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Notícias
  Segunda, 18 Maio 2020

"As medidas anunciadas pelo Governo da República, de apoio às nossas comunidades, vão ao encontro das exigências constantes que o PSD/Madeira tem feito na Assembleia da República e ficamos verdadeiramente satisfeitos por termos sido ouvidos e atendidos na nossa pressão. Agora, é preciso notar que estamos no princípio e que é essencial passar, rapidamente, do papel para o terreno, sendo certo que estaremos atentos e insistiremos nesta concretização". É desta forma que o deputado do PSD/M eleito à Assembleia da República, Paulo Neves, reage aos apoios que foram anunciados, ontem, pela Secretaria de Estado das Comunidades, nomeadamente a países como a Venezuela e o Brasil, apoios esses que envolvem, entre outros, o reforço das ajudas às associações que lidam com os mais desfavorecidos, os idosos ou os desempregados mas, também, a promoção do investimento e da recuperação económica, naqueles países.

“É fundamental que o Governo da República atenda, efetivamente, aos emigrantes portugueses que, neste momento, atravessam graves dificuldades, fruto de terem perdido os seus trabalhos e rendimentos e, consequentemente, a capacidade de arcarem com despesas de habitação e alimentação”, reforça Paulo Neves, lembrando que essa tem sido e continuará a ser uma das suas prioridades na Assembleia da República, até porque “esta é uma crise, económica e social, que tem de ser enfrentada e ultrapassada, com responsabilidade e determinação, tanto dentro do nosso país como lá fora, onde os nossos portugueses, mais do que nunca, precisam de saber que estamos atentos e sensíveis aos seus problemas”.

Todavia, sublinha, “é importante que todas e quaisquer medidas que venham a ser definidas sejam rápidas na sua implementação e eficazes nos seus efeitos, sob pena de não conseguirmos acudir a quem mais precisa, nesta hora”, afirma o Social-democrata, lembrando que, a par do acompanhamento que tem vindo a ser feito pelo Governo Regional, a estes cidadãos, “há responsabilidades que são exclusivas do Estado e que apenas o Estado pode executar, como neste caso, que se espera que venha a cumprir o seu melhor propósito”.