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Notícias
  Sexta, 15 Maio 2020

No Dia Internacional da Família, o Grupo Parlamentar do PSD anuncia a apresentação de uma proposta, na Assembleia da República, no sentido de reforçar os apoios às nossas famílias.

“A classe média tem sido, sobretudo, aquela mais prejudicada em termos de crise e é aquela que, muitas vezes, tem despesas acrescidas”, afirmou a deputada Rubina Leal, numa iniciativa realizada através de videoconferência.

A deputada referiu que “o Governo Regional tem feito um esforço no sentido de apoiar o setor empresarial”, salientando que estas medidas têm sido fundamentais para assegurar o emprego e para acautelar os rendimentos das famílias.

Rubina Leal sublinhou que, no que diz respeito às famílias que apresentam mais carências, é “importante” que o Governo da República, que tem a responsabilidade da Segurança Social, reveja os apoios e que os reforce.

“Não podemos ter famílias com filhos com deficiência que, ao final de seis anos, veja esse apoio cancelado. Aquilo que nós pedimos é que se alargue o período de concessão do subsídio de assistência ao filho em caso de deficiência, de doença crónica ou de doença oncológica.”

Além disso, o PSD pretende também que sejam “alterados e revistos os critérios de atribuição do abono de família”, tendo em conta que, atualmente, o limite de rendimento para ter acesso a este benefício é de seis mil euros. “Isto tem de ser revisto porque é, de facto, um valor muito baixo”, afirmou Rubina Leal.

A deputada referiu ainda a situação das famílias monoparentais, lembrando que “as despesas de um casal são muitas vezes iguais às daqueles que estão sós”, sendo importante “rever os apoios e as condições de acesso aos apoios que são dados”.

Rubina Leal salientou que “só uma família que esteja equilibrada e que tenha o mínimo para funcionar pode cumprir com as suas funções parentais”, acrescentando que, “se temos um Governo da República que injeta 850 milhões de euros num banco privado, temos que apelar e não podemos deixar que isto aconteça, sem que seja assegurado o mínimo no nosso país, que é apoiar e valorizar as nossas famílias”.