• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Sábado, 8 Fevereiro 2020
Numa mensagem a favor da união e mobilização do Partido rumo aos próximos desafios e, em especial, às eleições autárquicas de 2021, o Presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, deixou claro, esta tarde, no 38o Congresso do Partido que decorre em Viana do Castelo, que o PSD tem de assumir-se como alternativa política ao atual estado a que Portugal chegou. “É isso que os portugueses esperam de nós”, disse, admitindo que o combate que se segue será árduo mas possível de ultrapassar com sucesso, exigindo a “determinação, a audácia e a mobilização de todos”. 
Apelando à unidade do Partido - o primeiro passo para conseguir vencer as eleições e devolver, à população portuguesa, sistematicamente enganada, aquilo a que tem direito, num país estagnado a todos os níveis graças à governação do Partido Socialista - Albuquerque sublinhou, ainda, a necessidade do PSD apresentar um projeto claro de alternativa aos governos das esquerdas em Portugal. “Um Projeto que seja claro e perceptível para toda a população”, argumentou, lembrando que é dessa clareza que depende a recuperação da confiança de um eleitorado que merece muito mais e melhor.
Albuquerque que recordou, ainda, as três vitórias eleitorais alcançadas, pelo PSD/Madeira, em 2019, reforçando, a esse nível, o facto do Partido manter-se na governação há mais de 43 anos.
“Porque é que continuamos a merecer a confiança da nossa população? É simples, nós nunca pusemos em causa aquilo que é a nossa identidade. Somos um Partido que sabe o que é, sabe onde vai e que nunca cedeu às esquerdas nos seus valores”, disse, garantindo que a Direção nacional pode contar com o PSD/Madeira, numa luta que é para levar a sério e num combate declarado às esquerdas e ao Partido Socialista.
 
“É tempo de trabalhar em nome da vitória de 2021”
 
“É tempo de deixarmos as divergências de parte, de assumirmos as nossas diferenças de opinião como algo de salutar ao Partido e de garantirmos, em conjunto, que os nossos pontos em comum falem mais alto, em nome da vitória de 2021”. A afirmação é do Secretário-geral do PSD/Madeira, José Prada, que, subscrevendo as declarações antes proferidas por Miguel Albuquerque, fez, todavia, questão, ao longo da sua intervenção, de sublinhar a importância da militância e do envolvimento de todos - seja no continente português, na Madeira ou nos Açores - no projeto, lembrando que as três vitórias alcançadas, pelo PSD/M, na Região, em 2019, só foram possíveis graças à participação ativa, à mobilização e convicção dos militantes. “Sem eles, nada somos”, vincou. 
José Prada que deixou claro que é chegado o momento de olhar para o futuro e definir metas a atingir, a principal das quais no próximo ano.
“É tempo que o PSD, aqui no continente e nos Açores, volte a assumir-se enquanto alternativa de governação aos socialistas que, tanto no no poder central quanto local, tem falhado e mentido mas, acima de tudo, penalizado os cidadãos”, disse, frisando que o Partido tem de saber valorizar a sua história, promover as suas ideias e abrir-se à sociedade, sem nunca esquecer o diálogo e o necessário reconhecimento às suas diferentes Estruturas, assim como o trabalho que é feito e que deve ser feito, sempre, a favor do todo e, não, em nome individual. “Só assim é que caminharemos no mesmo rumo, no rumo certo, para vencermos as Eleições em 2021”, concluiu.
 
Jardim aborda desafios para o PSD recuperar o poder 
 
O Presidente Honorário do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, subiu ao palco para defender aquilo que entende ser necessário para que o PSD recupere o poder, em Portugal. Um combate que passa por uma intervenção imediata e pela definição clara do seu principal adversário, o Totalitarismo político, a concretizar em seis grandes vertentes, nomeadamente através da assunção de uma agenda que seja a do Partido e, não, a do governo ou do Presidente da República, a demonstração e denúncia das consequências das cumplicidades ou cedências ao PCP, ao BE e ao capitalismo selvagem, a maior atenção à classe média, o reforço de todas as formas de luta política, a escolha dos melhores e mais aceites cidadãos, de cada localidade, a candidatos às autárquicas, o combate à propaganda dos situacionistas do sistema político e a recuperação da confiança dos mais de 40% que não votam. 
Alberto João Jardim que, criticando fortemente a governação socialista de António Costa, deixou claro que Portugal precisa de mudar. “Estamos comprometidos com os portugueses e juntos temos de mudar Portugal, um país que está a definhar numa monótona mediocridade”, disse, o que implica 7 propostas concretas para melhor governar. Entre estas, refira-se o aumento do rendimento das famílias, o crescimento da classe média, a reposição da eficiência nos deveres em que o estado falha, a regionalização do continente, a reconstrução e reorganização do setor da saúde, a revisão a lei da greve, o fim da mediocridade, facilitismo e da fraude nos setores da cultura e educação e a reposição do respeito pelas forças armadas e forças de segurança.