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Notícias
  Sábado, 1 Fevereiro 2020

“Se queremos chegar a mais pessoas e envolver muitos mais militantes nos TSD/M, temos de ser os primeiros a dar o exemplo, os primeiros a identificar os problemas e, também, os primeiros a apresentar soluções, para que, em conjunto, possamos afirmar a Social-democracia, no mundo laboral”. A afirmação é do Secretário-geral do PSD/M, José Prada, que esta manhã marcou presença na abertura do Conselho Regional dos TSD/M – Trabalhadores Sociais Democratas da Madeira, o primeiro a ser realizado sob a liderança de Amílcar Gonçalves. Um Conselho Regional que irá analisar e votar uma profunda alteração aos Estatutos em vigor desde a década de 80, tendo por objetivo alargar o leque de intervenção desta estrutura, envolver mais militantes e adaptar as regras que norteiam os TSD/M à atualidade.

Objetivos que foram relembrados pelo Secretário-geral do PSD/M, aquando da sua intervenção, como a base necessária para que esta estrutura possa estar mais próxima e ser mais interventiva, no mundo do trabalho. “Quanto mais próximos estivermos dos nossos trabalhadores, melhor será a resposta do nosso Partido”, disse, vincando que todas as estruturas do PSD/M – sejam os TSD, seja a JSD ou os Autarcas – devem estar focadas nesta proximidade e abertura à sociedade, prestando o seu contributo e trabalhando para que o Partido vença as Eleições, em 2021.

“Todos, sem exceção, temos um contributo a prestar ao nosso Partido e, neste caso, ao nível dos TSD/M, temos, também, o dever de contribuir para uma sociedade onde cada profissional se sinta mais valorizado e onde o trabalho seja dignificado. E é nesta dupla perspetiva que temos de trabalhar, em nome do PSD/M, mas, também, da nossa Região”, rematou.

Amílcar Gonçalves sublinha transparência e compromisso

Na sua intervenção, Amílcar Gonçalves manifestou a sua satisfação pela forma “célere, participada e transparente” com que se procedeu à revisão dos Estatutos que hoje serão aprovados, lembrando que essa foi uma das principais bandeiras assumidas, pela nova Direção, aquando da tomada de posse, em dezembro passado.

Uma revisão que, conforme reiterou, visa garantir a maior abertura dos TSD/M à sociedade, mas, também, uma maior capacidade de intervenção, de atenção e de resolução dos problemas no mundo laboral, “numa realidade que, hoje, é necessariamente diferente daquela que existia na década de 80”.

A inclusão dos trabalhadores por conta própria, a extensão dos TSD/M a todos os concelhos, a integração de núcleos empresariais, a atenção aos mais jovens e aos aposentados foram algumas das novidades destacadas, na oportunidade, ao nível dos novos Estatutos.