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Notícias
  Terça, 14 Janeiro 2020

“Quem prometeu o ferry para todo ano, quando esteve em campanha na Madeira, foi o líder do PS, António Costa e, não, o Governo Regional”. Esta foi uma das mensagens deixadas, ontem, pelo deputado Social-democrata Paulo Neves, ao Ministro das Infraestruturas, na discussão, na especialidade, do Orçamento de Estado, ocasião em que fez questão de vincar o seu desagrado perante a inexistência de qualquer concretização, no presente Orçamento, daquilo que foi assumido, publicamente, pelo Governo socialista.

“Existe nesta matéria, em particular, um retrocesso que não é admissível e um incumprimento – relativamente à Lei aprovada na Assembleia da República, no final de julho do ano passado, que obrigava o Governo da República a regulamentar a Legislação que previa que os residentes e estudantes só pagassem as respetivas tarifas – com o qual não podemos pactuar”, vincou o deputado do PSD/M, lamentando que o Governo da República prorrogue, para 2021, esta regulamentação.

Na sua interpelação, Paulo Neves fez também referência aos preços das tarifas praticadas pela TAP, na rota da Madeira, voltando a classificá-las de “inaceitáveis e escandalosas”. Tarifas que são também da responsabilidade do Governo da República, enquanto sócio maioritário daquela empresa. Uma posição que surge praticamente uma semana depois do deputado do PSD ter confrontado o Governo da República, logo no dia em que se iniciaram os trabalhos da presente Legislatura, com um pedido de esclarecimento sobre a nova taxa criada pela TAP, tornada pública a 23 de dezembro, taxa essa que assumiu ser “mais um grave ataque levado a cabo por esta companhia à Madeira e a todos os madeirenses, especialmente aos estudantes universitários”.

Paulo Neves sensibiliza AR para paz internacional

A escalada da tensão verificada entre os Estados Unidos da América e o Irão, enquanto ameaça real para a paz e segurança na região do Médio Oriente e para a própria estabilidade do sistema internacional, levaram o deputado social-democrata Paulo Neves a associar-se a um voto de apelo que foi apresentado, na Assembleia da República, onde se lançava e reforçava o alerta a todas as partes envolvidas para que se empenhassem na procura de uma solução diplomática para o diferendo entre os EUA e o Irão, tendo em vista a preservação da paz e segurança internacional. Um apelo para que as partes envolvidas encontrassem “os mecanismos adequados à retoma de um diálogo político que garanta o fim de quaisquer atos belicistas, de parte a parte, e permita encontrar uma solução política e pacífica para este diferendo”, explicou.