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Notícias
  Quinta, 28 Novembro 2019

O deputado José Prada afirmou hoje, numa intervenção no período antes da ordem do dia, na Assembleia Legislativa da Madeira, que "é preciso não esquecer que a Madeira que temos hoje resulta de uma governação que cumpriu com tudo o que o seu povo sufragou. Resulta de uma evolução conjunta que foi trabalhada e contruída, lado a lado, com a população".

Nisto, como em tantas outras coisas, salientou, "o PSD não vive de ilusões", sublinhando que, "em democracia, há quem ganhe eleições e há quem saia derrotado, sem que tais resultados justifiquem zonas cinzentas ou mau perder, muito menos populismos ou demagogias".

"Há os que falam da democracia – ou da falta dela – apenas porque se negam a aceitar a vontade expressa no voto, a vontade que os cidadãos, de forma livre, manifestam quanto ao seu futuro". Aquela que "os Madeirenses manifestaram, por três vezes, neste ano que agora termina".

José Prada reforçou que o povo é soberano, faz as suas escolhas, confia e confere o poder ao projeto que lhe dá maior segurança, sendo assim há 43 anos e foi também assim, novamente, este ano.

O deputado referiu que o PSD "confia na democracia, respeita os seus compromissos e nunca, em momento algum, subestima o poder e a vontade que cada Madeirense assume nos destinos desta terra".

"Madeirenses a quem também, ao contrário de outros, nunca virámos as costas nem abandonámos compromissos ou mandatos a meio", acrescentou.

José Prada recordou também um mudança do paradigma político, sublinhando que temos, hoje, um quadro político distinto dos anteriores que, todavia, cumpre a sua principal função: A de assegurar a estabilidade, o progresso e o desenvolvimento da nossa terra.

Em todo este processo, adiantou o deputado, manteve-se a convicção do PSD, a sua forma de estar e de ser em política e o seu compromisso com a população que o elegeu para formar governo.

Uma população que, este ano, nos deu três vitórias eleitorais a este partido, que lhe confiou a governação e que lhe deu a possibilidade de estar, pelo menos, mais quatro anos, num total de 47, enquanto que outros continuam oposição.

Para José Prada, "esses, que são oposição – os tais que prometem fazer política de forma diferente daquela que fizeram até agora, questionando o seu próprio passado e a sua própria liderança – são os primeiros a cair no erro de julgar que a memória do nosso povo é curta".

Mas ela não é, sustentou, afirmando que "os Madeirenses sabem que o Partido Socialista – que agora diz ser a favor da Autonomia e até contra António Costa – esteve, sempre, ao lado dele".

Lembra, por exemplo, a alegria com que o 3 em 1 foi aclamado, antes das Eleições Europeias e que foi o então candidato socialista à Presidência do Governo Regional – que perdeu as eleições – quem prometeu, ao lado de António Costa, o ferry para todo o ano.

"O ferry que agora querem, fazendo tabua rasa de mais esta promessa que, nem na Região, nem no país, o Partido Socialista respeitou", disse.

Referiu ainda outros exemplos como o subsídio à mobilidade, que o PS adiou durante quatro anos na Assembleia da República, o tal que só aprovaram no final da última legislatura e que agora querem assumir como uma das suas bandeiras, dos 75 milhões que supostamente comprariam o novo Hospital e que depressa caíram por terra, o mesmo Hospital que agora defendem ser financiado a 50% - o que será conseguido graças ao trabalho do PSD – depois de terem concordado com os 30%.

José Prada salientou que "seriam muitos mais os exemplos a dar, nesta que é uma postura incoerente e pouco construtiva, assumida por aqueles que se afirmavam capazes de conseguir tudo ao lado de António Costa, caso vencessem as Eleições, o mesmo António Costa de que agora – e assim que derrotados – descolaram".

Da parte do PSD, reassalvou, a prioridade é resolver os problemas da população, honrando a confiança que lhe foi depositada e cumprindo com aquilo a que se comprometeu para mais este mandato.

É , por isso, que iniciou esta nova legislatura na base do diálogo e da concertação com o Governo da República, "em nome do interesse superior da nossa Região e do nosso povo", estando os social-democratas disponíveis "para trabalhar conjuntamente, desde que sejam encontradas soluções" e "desde que se assumam, de parte a parte, as responsabilidades que devem ser assumidas".

O deputado acrescentou que o PSD não tem tempo a perder "com críticas destrutivas nem muito menos com política de esquina, que nada abona a favor da nossa população", estando focado na execução do Programa de Governo até 2023, através do qual irá baixar os impostos, apostar na saúde, na educação e no apoio social, assim como no ambiente e na agricultura, captar mais investimento, garantir mais e melhor emprego cumprir aquilo a que nse propôs, junto da nossa população.

"Com elevação, verdade e dignidade, continuaremos a fazer o nosso caminho, o caminho para o qual, ao contrário de outros e em democracia, fomos eleitos", rematou.