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Notícias
  Segunda, 25 Novembro 2019

“É uma vitória da democracia e, acima de tudo, uma vitória para todos os Munícipes do Funchal”. É desta forma que o social-democrata João Paulo Marques reage ao facto da proposta do Executivo socialista referente à majoração do IMI em 30% para os prédios degradados ter sido rejeitada, a par da rejeição da proposta que visava a triplicação do imposto municipal de derrama sobre as empresas.

“Numa altura em que a economia cresce há 75 meses consecutivos e onde os sinais dados pela Região aos empresários passam pela redução dos impostos e pelo apoio ao investimento, não fazia qualquer sentido que a triplicação do Imposto de derrama sobre as empresas – que era uma das pretensões da autarquia socialista – viesse a ser aprovada, sob pena de penalizar o contributo que os empresários têm vindo a prestar na afirmação e desenvolvimento económico do concelho”, sublinha João Paulo Marques.

Só nestes três últimos orçamentos, reforça, e no respeitante ao IRS, “o valor que poderia ter sido devolvido às famílias ascende a 18 milhões de euros, sendo que os valores propostos pela autarquia para a devolução rondaram, apenas, os 5,5 milhões, o que significa que a Câmara Municipal do Funchal esta a pretender ficar com cerca de 12,5 milhões de euros que são das famílias do nosso concelho”, numa postura que o PSD contraria, até porque não pactua “com aumentos da carga fiscal que não são aceitáveis nem cumprem qualquer propósito a não ser o interesse do próprio Executivo e não da população”.

“Esta é uma Câmara que denota uma extrema falta de sensibilidade para gerir os interesses e as necessidades da população a quem deveria servir, assim como demonstra não ter qualquer capacidade para apoiar e incentivar o investimento e o trabalho dos nossos empresários, a favor da dinamização económica do concelho”, sublinha o social-democrata, congratulando-se pelo voto contra do PSD e das restantes forças políticas em relação a uma estratégia “que nada de bom augurava para o concelho, no próximo ano”.