• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Quarta, 6 Novembro 2019

O líder Parlamentar do PSD afirmou hoje, no encerramento das Jornadas Parlamentares do PSD, na Ponta do Sol, que o Programa de Governo, ao contrário do que dizem aqueles que, provavelmente, não se deram à maçada de o ler ou não quiseram interpretá-lo, é “coerente com os programas eleitorais dos dois partidos” que compõem o executivo madeirense, é “ambicioso” e tem “medidas e propostas claras”.

Medidas essas que “dizem respeito às necessidades da população” e que disse ter a certeza de que “serão concretizadas, como sempre foram, nos orçamentos e nos planos de investimento, nos próximos quatro anos”.

Entre elas, e na área social, o complemento social de apoio para os pensionistas e reformados; o alargamento do programa + Visão; o reforço da rede de cuidados domiciliários, o aumento de número de camas nos lares; o alargamento dos apoios às mensalidades nas creches e, agora, ao pré-escolar; o reforço do kit bebé, a criação de centros de noite; mais habitação social e um programa de arrendamento.

No que toca à saúde, Jaime Filipe Ramos salientou que haverá um maior investimento nesta área, lembrando que “a Madeira tem o dobro do investimento na saúde per capita em relação ao país” e sublinhou o empenho do Governo Regional no reforço da saúde oral, na redução das listas de espera, com a perspetiva, se necessário, de recorrer ao privado, e na aposta a 100% do médico e do enfermeiro de família.

Na educação, referiu os manuais digitais e mais apoios da ação social escolar.

Já na economia, o líder parlamentar ressalvou a redução da taxa de IRC para 12%, passando a ser a mais baixa do país, assim como o facto de a Madeira ser “a única parcela do território” que assume claramente a redução dos impostos.

Em termos ambientais, Jaime Filipe Ramos deu como exemplos a estratégia para as alterações climáticas, o reforço na sustentabilidade ambiental e a aposta no setor da água.

Nesse sentido, adiantou que a visão daqueles que dizem que este Programa não traz novidades só vem revelar que existe “uma agenda de quem não teve os resultados esperados a 22 de setembro” e que “não se esgota no PS”.

Da parte do PSD, afirmou o líder parlamentar, o objetivo é “governar para a população nos próximos quatro anos”, com estabilidade política, mas também económica e social, porque “a democracia é o respeito pela vontade do povo e não a vontade de interesses antidemocráticos que visam deturpar os resultados eleitorais”.