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Notícias
  Sexta, 4 Outubro 2019

“Tal como nos últimos quatro anos, continuaremos a lutar para que o Governo da República cumpra com o que não fez pela Madeira e assuma, de uma vez por todas, as suas responsabilidades no respeitante ao princípio da continuidade territorial e ao direito à mobilidade dos Madeirenses e Porto-Santenses, dentro do nosso país”, garante Paulo Neves que, neste último dia de campanha para as Legislativas nacionais de domingo, fez questão de reiterar o compromisso do PSD “em nome da Região e de um futuro que não se compadece com os atropelos à Constituição que António Costa permitiu e promoveu, na última legislatura”.

Sublinhando que os deputados do PSD eleitos pela Madeira na Assembleia da República foram os “únicos a travar todas as batalhas, do inicio ao fim, em nome do que era melhor para a Região”, o candidato Social-democrata assegura que os próximos quatro anos serão decisivos “para que os Madeirenses e Porto-Santenses vejam ultrapassadas as injustiças de que foram alvo, por parte da governação socialista, assim como resolvidos os dossiês pendentes que só não foram resolvidos porque o PS e, concretamente, os deputados socialistas eleitos pela Madeira, ficaram do lado de António Costa e não daqueles que os elegeram”.

Algo que, sublinha, é fácil de constatar em muitos exemplos, “nomeadamente no caso da proposta para a alteração do subsídio de mobilidade” que, depois de aprovada, por unanimidade, na Assembleia Legislativa Regional, foi chumbada em São Bento pelos socialistas e só foi aprovada, no fim da legislatura, em pleno período de campanha eleitoral. Uma proposta que “poderia ter sido aprovada e implementada há muito, evitando que milhares de Madeirenses e Porto-Santenses fossem gravemente penalizados nos custos das suas deslocações ao continente português, inclusive na companhia que, gerida pelo Estado – a TAP – pratica e sempre praticou tarifas inadmissíveis nesta ligação”, reforça.

“Continuaremos a lutar para que este novo modelo de mobilidade seja implementado pelo Governo da República e que não se fique por mais uma intenção eleitoral, assim como continuaremos a defender que o Estado cumpra com as suas obrigações no respeitante à mobilidade marítima e o compromisso que fez e reiterou na noite em que perdeu as Eleições Regionais”, assevera Paulo Neves, sublinhando, precisamente por isso, a importância do voto a 6 de outubro no PSD, “naqueles que sempre cumpriram, que nunca mentiram e que nuca defraudaram as expetativas e a confiança dos Madeirenses e Porto-Santenses”.