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Notícias
  Sexta, 4 Outubro 2019

“Mais importante do que a escolha do Primeiro-Ministro é, para a nossa Região, a escolha de deputados que representem o nosso povo e que sejam os mais capazes de defender os nossos direitos e interesses, na Assembleia da República”. A afirmação é do candidato social-democrata Sérgio Marques que, na última ação de campanha da candidatura do PSD/M às legislativas do próximo dia 6 de outubro, fez questão de vincar a importância dos Madeirenses e Porto-Santenses terem, em São Bento, uma voz ativa e reivindicativa, que os defenda e que interceda na resolução dos inúmeros dossiês atualmente pendentes com o Estado Português.

Um Estado que, segundo sublinha, “tem de ser simultaneamente muito mais solidário do que tem sido nos últimos quatro anos, muito mais atento às necessidades de uma Região que faz parte do todo nacional e muito mais célere nas respostas de que precisamos”, referindo-se, concretamente, aos dossiês que, neste mandato, foram consecutivamente adiados pelo Governo da República, entre os quais o financiamento ao novo Hospital da Madeira, a redução das taxas de juro da dívida e a revisão do subsídio de mobilidade, esta última apenas aprovada no fim da legislatura.

“Há demasiados assuntos que estão pendentes na Assembleia da República e pendentes na relação com o Estado e os deputados eleitos pela Madeira têm de ter a capacidade de trabalhar e de contribuir para o encontro de soluções e para que a defesa da Madeira esteja, sempre, em primeiro lugar”, vincou o candidato Social-democrata, insistindo, por isso mesmo, na necessidade de, no próximo dia 6 de outubro, ser feita a melhor escolha, a única que dê garantias desta luta a favor da Madeira e do Porto Santo, escolha essa que passa pelo PSD.

Confiante num “bom resultado”, Sérgio Marques assegura que o PSD/M se apresenta a estas Eleições com uma lista que tem “provas dadas, gente capaz e, acima de tudo, preparada para servir o povo Madeirense e Porto-Santense”.

Uma lista que, simultaneamente, se compromete a lutar pela Autonomia e a exigir mais solidariedade ao Estado, para com a Região. “Estamos imbuídos deste espírito de servir o nosso povo, levantando, bem alto, as causas da Autonomia. Autonomia que é a nossa identidade, que é a nossa liberdade e que é a expressão da diferença que queremos, também, afirmar no Parlamento nacional”, rematou o candidato, apelando a que, no próximo domingo, a população faça a escolha certa e confie naqueles que, sempre e sem exceção, estiveram ao lado da Madeira e do Porto Santo.