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Notícias
  Quinta, 3 Outubro 2019

A candidata Social-democrata às Legislativas do próximo dia 6 de outubro, Fátima Menezes, insistiu, nesta quinta-feira, na necessidade de o Porto Santo “passar a ter outra atenção, por parte do Governo da República”. Uma atenção que, no seu entender e relativamente aos últimos quatro anos, “deixou muito a desejar e não satisfez, de forma alguma, os interesses e as necessidades dos residentes naquela ilha”.

Exemplificando com as acessibilidades aéreas, a candidata social-democrata sublinha “que é inadmissível uma região insular que, supostamente, faz parte de um todo nacional ter, apenas, uma ligação semanal ao continente português”, lembrando a sua proposta para que, nos próximos quatro anos, o Porto Santo venha a estar melhor servido nesta matéria, pelo menos com duas ligações aéreas.

Assim como insiste na necessidade de o Governo da República reconhecer “que não é com os preços que são praticados, nestas ligações, que o Porto Santo terá capacidade de crescer do ponto de vista económico e, fundamentalmente, turístico, nem tampouco responder às necessidades de deslocação dos estudantes Porto-santenses, que não têm outra alternativa”, frisou.

Fátima Menezes que, aludindo a mais uma das reivindicações da candidatura Social-democrata a estas Eleições, reforça a necessidade de o Estado perceber, reconhecer e consagrar, no caso da Ilha do Porto Santo, “a condição de dupla-insularidade a todas as forças de segurança e aos serviços da República que, nesta ilha, desempenham as suas funções”.

“Não fossem os deputados Social-democratas eleitos à Assembleia da República e o Governo Regional do PSD/M, o Porto Santo teria sido votado ao esquecimento, nestes últimos quatro anos, aos olhos de um Estado e de um Partido Socialista que nunca soube defender os nossos direitos e que nem sequer conhece a nossa realidade”, vincou Fátima Menezes, sublinhando que, neste cenário, “ainda se torna mais fundamental apostar numa representação mais forte, mais coesa e mais atenta àqueles que são os nossos problemas e necessidades na República, uma representação que só fica garantida nas mãos do PSD”.