• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Terça, 1 Outubro 2019

Na próxima legislatura, os candidatos do PSD/Madeira às Eleições Legislativas do próximo dia 6 de outubro comprometem-se a continuar a estratégia de proximidade, atenção e apoio que foi desenvolvida, junto das comunidades madeirenses, ao longo dos últimos quatro anos. Assim como prometem exigir, na República, a participação mais ativa da Região na estratégia nacional, de modo a salvaguardar o interesse e os direitos dos Madeirenses e Porto-Santenses, correspondendo às suas necessidades e criando condições para que, do ponto de vista económico e social, estas comunidades venham a ser mais valorizadas para o futuro.

Um trabalho “sério e responsável, que não se compadece com a mentira daqueles que agora dizem que vão fazer, nos próximos quatro anos, aquilo que se recusaram a fazer nos últimos quatro”, conforme destacou, esta manhã, Paulo Neves, em mais uma ação de campanha, desta feita dedicada às Comunidades Madeirenses. Uma ação onde o candidato Social-democrata fez questão de sublinhar que o PSD “continuará a exigir ao Estado Português e, concretamente, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, que atenda às necessidades dos Madeirenses e Porto-Santenses que integram a Diáspora – concretamente na Venezuela, na Inglaterra e na África do Sul – e que não só reforce o apoio social e o acompanhamento a estas comunidades como, também, continue a melhorar a resposta que é preciso dar, a estes cidadãos, através das Embaixadas e respetivos Consulados”.

Paulo Neves que, na ocasião, lembrou o trabalho que os deputados eleitos pelo PSD/M no parlamento nacional desenvolveram, nos últimos quatro anos, especialmente junto da comunidade madeirense residente na Venezuela, mas, também, no Reino Unido. Esta última comunidade “que atualmente atravessa um período de grande instabilidade e incerteza quanto ao futuro, devido ao Brexit”, frisou, acrescentando que o PSD defendeu, inclusive e junto do Governo da República, que os direitos que os ingleses vão continuar a ter em Portugal sejam semelhantes àqueles que os portugueses que vivem na Inglaterra vão passar a ter, mesmo depois do Brexit.

“PARA O PSD/MADEIRA, NÃO HÁ MADEIRENSES DE PRIMEIRA E MADEIRENSES DE SEGUNDA CATEGORIA”

“Nós passamos quatro anos a defender os interesses da Madeira e do Porto Santo na Assembleia da República, temos resultados nesse sentido e são esses resultados que nos servem para os próximos quatro anos”, vincou o candidato, sublinhando que, para o PSD/M, “não existem Madeirenses de primeira e Madeirenses de segunda, todos são Madeirenses, tanto aqueles que aqui vivem quanto aqueles que vivem na Diáspora”.

Aliás, continuou, “se há partido que esteve sempre ao lado das suas comunidades, que manteve sempre o contacto direto com os Madeirenses que nelas se integram, que visitou regularmente e constatou, de perto, as necessidades que existiam para encontrar as melhores soluções, esse partido foi, sem dúvida, o PSD”.

Afirmando que as propostas do PSD para o futuro representam a continuidade do que já foi feito, nos últimos quatro anos, Paulo Neves garante que é esta a diferença do seu Partido face ao PS. “Um partido que, para além de se apropriar de medidas e propostas que nunca fez, agora chama a si conquistas que não lhe competem e diz que vai fazer, nos próximos quatro anos, o que se recusou a fazer até agora”, disse, acrescentando que “o subsídio de mobilidade, o novo hospital e os juros da dívida são, entre outros, dossiês que em que os deputados do PSD fizeram finca pé junto do Governo da República para que se tomassem decisões, ao contrário dos socialistas que nunca estiveram ao lado dos Madeirenses”.