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Notícias
  Segunda, 30 Setembro 2019

Na próxima legislatura, os candidatos do PSD/Madeira às Eleições Legislativas de 6 de outubro comprometem-se a “lutar e a exigir que o Governo da República cumpra com as suas obrigações e que passe das intenções aos atos”, concretamente no respeitante às matérias consideradas fundamentais para o desenvolvimento e a estabilidade futura da Região.

Um compromisso reafirmado, esta manhã, em mais uma ação de campanha, desta feita dedicada à mobilidade aérea e marítima, onde a candidata Helena Leal deixou claro que o PSD “continuará a exigir ao Estado que cumpra com todas as suas obrigações constitucionais e que trate a Madeira e o Porto Santo como território integrante de Portugal”, lembrando que, de uma vez por todas, é essencial que os Madeirenses e Porto-Santenses passem a ser tratados, pelo Governo da República, “com dignidade”.

Ao longo dos últimos quatro anos, “o Primeiro-ministro de Portugal não mostrou qualquer sensibilidade para com os Madeirenses e Porto-Santenses ao não cumprir com as suas obrigações, violando princípios constitucionais – como o princípio da continuidade territorial – e ao não facilitar a resolução de questões que se prendem com a nossa insularidade e ultraperiferia”, vincou Helena Leal, frisando que não há espaço nem legitimidade para o aproveitamento político em áreas que mexem e influenciam, diretamente, a vida de quem aqui vive e o crescimento e desenvolvimento da economia regional.

Referindo-se ao novo modelo de subsídio para a mobilidade aérea “que, ao fim de quatro anos e de intensa reivindicação do PSD, foi finalmente aprovado, pela República, no final da legislatura”, a candidata Social-democrata adiantou que a preocupação do seu partido “é que, para além desta aprovação, se garanta a sua execução, neste caso no início de 2020 e aquando da aprovação do Orçamento de Estado”. Uma alteração que, recorde-se, tinha sido aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa da Madeira e que, só não foi implementada mais cedo porque, quando chegou à Assembleia da República, todos os partidos votaram a favor, à exceção do PS que, nessa votação e através do agora cabeça de lista às Legislativas, optou pela disciplina ao seu partido e não por defender os interesses da Região.  

Da mesma forma, explicou, é essencial que a continuidade territorial entre a Madeira e o continente português se cumpra, também, por via marítima e que, durante todo o ano, a Região possa ser servida por uma ligação que assegure a circulação de pessoas e bens, assumida pelo Estado. “Mais uma promessa por cumprir na qual iremos insistir”, reforçou.

“Nestas como em todas as outras matérias, o PSD/M continuará a defender, sempre e em primeiro lugar, os interesses da Região e de cada um dos Madeirenses e Porto-Santenses”, disse Helena Leal, numa declaração que foi complementada pelo candidato Paulo Neves, segundo o qual “António Costa e o PS, mas, também, o PS da Madeira e os seus deputados à Assembleia da República, sempre usaram a questão da mobilidade como uma arma política e, com isso, prejudicaram a Madeira e os Madeirenses ao julgar que estavam a prejudicar o Governo Regional para ganhar as Eleições. Como é evidente, não resultou, já que António Costa perdeu as Europeias, perdeu as Regionais e vai perder as Legislativas”, rematou.