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Notícias
  Quinta, 19 Setembro 2019

“Aqui na Madeira, mandam os Madeirenses e é por isso que António Costa será derrotado, no próximo dia 22 de setembro, pelo povo Madeirense. Um Povo que tem a lucidez de não embarcar no embuste dos socialistas, que sabe o que quer e que não vai voltar ao passado”, disse Miguel Albuquerque, esta noite, ao lado de Alberto João Jardim, naquele que foi o último comício desta campanha. Altura em que apelou, mais uma vez, a uma votação expressiva que permita governar com estabilidade.


Assumindo a sua luta contra todos aqueles que representam a “ofensiva do centralismo liderada por Lisboa”, Miguel Albuquerque mostrou-se confiante na vitória este domingo, dia 22 de setembro, mas garantiu que o seu partido “vai lutar até ao fim, até ao último dia, para vencer as Eleições, em nome do futuro das novas gerações”.
Um futuro que se recusa a “hipotecar”, entregando o poder a Lisboa e a “incompetentes e nulidades políticas, a coligações negativas, a uma coligação de socialistas, comunistas e extremistas”, a pessoas que não tem qualquer visão, ideia ou projeto de desenvolvimento para a nossa terra.
Palavras proferidas no último Comício de Campanha para as Regionais no Funchal, onde o líder dos Social-democratas fez questão de relembrar que o que está em causa, no próximo domingo, é “o futuro da nossa Região e a salvaguarda da nossa Autonomia”, apelando a uma “votação expressiva nas próximas eleições”, a uma votação que “permita formar um governo com estabilidade e tranquilidade para o futuro”.
“Os Madeirenses e Porto-Santenses têm a lucidez necessária para não se deixarem iludir pelo embuste que é o Partido Socialista e o seu candidato na Madeira, que não passa de uma barriga de aluguer de António Costa”, vincou o Líder dos Social-democratas, assegurando que “o povo Madeirense não precisa nem quer voltar a ser mandado como no passado, não quer nem precisa de sofrer o que sofreu no passado, quando não tinha acesso à saúde, à educação, à cultura e à tudo aquilo que duas gerações lutaram para conquistar, em nome de todos.”
Em duas gerações, continuou, o Partido Social-democrata, “que nunca se verga nem se vende, lutou para termos a nossa autonomia, o nosso desenvolvimento e uma Madeira onde as novas gerações têm futuro”, vincou Albuquerque, sublinhando que tudo aquilo que foi conquistado, ao longo dos últimos 43 anos, não pode ser agora posto em causa.

“Vamos colocar tudo isto em causa para entregar o poder aos comunistas e socialistas?”

Falando à multidão que fez questão de associar-se a este último comício do Partido, Albuquerque lembrou que foi graças ao PPD/PSD que a Madeira e o Porto Santo evoluíram a todos os níveis e que hoje o acesso à saúde, à educação, à cultura está ao alcance de todos e não apenas de alguns.
“Vamos colocar tudo isto em causa para entregar o poder aos comunistas e socialistas?”, questionou, afirmando que não é esse o caminho e que, mais do que nunca, o povo Madeirense deve honrar o seu passado e “o trabalho que que foi feito para termos, hoje, a nossa liberdade, autonomia e democracia”.
“O que seria de nós se voltássemos ao ano de 1975?”, perguntou, ainda, o Presidente do PSD/M, numa ocasião em que criticou fortemente a forma como o PS/M encarou este processo eleitoral e o facto do candidato socialista - que se diz disposto a tudo para chegar ao poder - se ter disponibilizado para governar, em coligação, “mesmo perdendo as eleições como vai perder.”
“Há uns meses atrás, pensavam que isto ia ser um passeio, que íamos entregar o poder a Lisboa sem luta, que iam enganar o nosso povo(...). Mas quem pensam quem são? Vão gozar com o nosso povo? Vão é ser derrotados mais uma vez e é a Madeira que vai ganhar”, assegurou.
Miguel Albuquerque fez, ainda, questão de agradecer, na sua intervenção, todo o apoio que recebeu nesta campanha, tanto dos militantes quanto da população.
“Independentemente do que acontecer no próximo domingo, eu ando na rua e ninguém me acusa de não ter cumprido os meus compromissos para com a Madeira”, rematou, insistindo que para que os Madeirenses e Porto-Santenses continuem a viver numa sociedade livre, com prosperidade, desenvolvimento e em harmonia, só há uma escolha: votar PPD/PSD.