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Notícias
  Quinta, 19 Setembro 2019

“Estou aqui hoje por orgulho e convicção naquilo que fomos capazes de construir, graças ao apoio e à confiança do povo Madeirense”, disse Alberto João Jardim, lembrando que a Madeira só chegou aos patamares de desenvolvimento hoje conhecidos porque acreditou na social-democracia e, não, no capitalismo, no socialismo e no comunismo, que hoje, mais do que nunca, são uma ameaça à nossa Região.

“Os Madeirenses e Porto-santenses vão continuar a jogar na Social-democracia porque sabem que nós somos o equilíbrio entre o capitalismo de antigamente e o socialismo e o comunismo que nos ameaça”, sublinhou, afirmando que este é o tempo da união, da mobilização e da convicção do Partido rumo à vitoria de 22 de setembro.

“Desde que todos se unam pela Bandeira do nosso Partido e desde que todos saibamos estar unidos, eu serei o primeiro a estar na linha da frente para defender as nossas reivindicações”, assegurou Jardim, vincando que “não podem existir indecisões quando sabemos o que temos do outro lado”.

E do outro lado, continuou o presidente honorário do PSD/M, temos um partido Socialista que está disposto a chamar os comunistas para poder governar, que não se lembra da falta de respeito e das humilhações que a nossa população sofreu nas mãos de Lisboa e que não se compromete nem garante nada para o futuro da nossa Região, alegou.

Jardim questionou se os madeirenses vão mesmo votar em quem não acredita na Autonomia, em quem é contra a Zona Franca e os seus 3.000 postos de trabalho, em quem não se compromete com a criação de um sistema fiscal próprio para a Madeira que beneficie as classes mais desfavorecidas, em quem só carrega os madeirenses com impostos e mais impostos, em quem não permite aos madeirenses usufruírem de fundos europeus para se desenvolverem, em quem obriga o nosso povo a pagar a dívida duas vezes e em quem não cumpre com as suas obrigações na mobilidade aérea e marítima.

“Em nome do que fomos e do que somos, do que somos capazes de fazer, em nome da verdade, da nossa alma, dos nossos filhos e netos, não estraguem isto agora”, rematou, dirigindo-se aos indecisos e àqueles que querem correr riscos para colocar tudo em causa.