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Notícias
  Terça, 17 Setembro 2019

Temos a obrigação de deixar, às novas gerações, uma Madeira ainda melhor do que aquela que conhecemos. E esse legado não passa pelos socialistas e comunistas, pelos que são contra o investimento, contra o desenvolvimento, contra quem cria e mantém empregos e contra a estabilidade e a paz social que a Região conhece há 43 anos, vincou o líder dos Social-democratas.

No comício desta noite, na Calheta, Miguel Albuquerque assegurou que enfrentará seja quem for em defesa da Madeira e do Porto Santo, reforçando, mais uma vez, a sua luta contra os mandatários de Lisboa na Madeira. “Enfrentarei seja quem for em defesa da nossa terra, em defesa da nossa população, em defesa da Madeira e do Porto Santo”, disse, garantindo estar confiante de que “o povo Madeirense não se deixa iludir pelas mentiras nem pelas aldrabices dos socialistas e dos comunistas”.
Socialistas que agora “até estão dispostos a coligar-se e a unir-se à esquerda para governar a Região, quando não têm uma ideia, um projeto que seja ou uma visão de futuro para comandar os nossos destinos”.

A única coisa que sabem é ser mandados por António Costa e a única coisa que querem é destruir tudo aquilo que foi conquistado, com o nosso esforço, na Madeira e no Porto Santo, vincou.
“Porque o nosso povo sabe o que quer e porque, aqui, quem manda são os Madeirenses e Porto-Santenses, António Costa vai sofrer a sua segunda grande derrota na Madeira a 22 de setembro”, reforçou, lembrando que a confiança e o apoio de toda a população é essencial para que a Madeira continue a ser governada por um governo de maioria, a favor de todos e com paz social.
“Uma governação estável, sem confusões, sem convulsões, com paz social e com oportunidades para todos os nossos cidadãos”, frisou.
Miguel Albuquerque insistiu na importância de alcançar uma maioria confortável no próximo domingo: “é fundamental que o PPD/PSD tenha uma votação expressiva a 22 de setembro, para não corrermos o risco de ganharmos as eleições e vermos chumbado o nosso programa por aqueles que apenas representam a instabilidade, a pobreza, a estagnação económica e o regresso ao passado”.

Governo de maioria para garantir a estabilidade

Lembrando o que era a Madeira e, particularmente, o concelho da Calheta há 30 ou 40 anos, o Presidente do PSD/Madeira deixou claro que “não é esse o caminho que pretende seguir, e muito menos é esse o legado que pretende deixar às novas gerações”.
Hoje, referiu o líder dos Social-democratas, “a Calheta é um dos concelhos com o maior índice de investimento e isso deve-se a uma equipa que soube trabalhar junto de um Governo Regional estável e com visão de futuro”, constatou.
Tem de haver, por isso mesmo, “um partido com maioria que governe com estabilidade, que continue a garantir o desenvolvimento económico e social, que tenha uma linha de rumo e que, acima de tudo, devolva a esperança às pessoas e honre os nossos antepassados”, disse, garantindo que enfrentará “seja quem for em defesa da nossa terra, em defesa da nossa população, em defesa da Madeira e do Porto Santo".