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  Segunda, 9 Setembro 2019

O povo Madeirense não se vende, garantiu Miguel Albuquerque, no Comício do PSD/M no Porto Moniz, onde pediu a maioria para continuar a governar, com estabilidade e em nome da defesa da Autonomia. Governar numa terra onde António Costa não manda e na qual seria uma desgraça os socialistas e comunistas chegarem ao poder.

Naquele que foi o primeiro Comício realizado no período oficial de campanha para as Regionais, o Presidente dos Social-democratas não poupou críticas a António Costa e garantiu que os socialistas locais não têm um programa, uma ideia ou um projeto a não ser vender a Madeira a Lisboa.

Miguel Albuquerque acusou Costa de, mais uma vez, com a conivência do PS-Madeira, mentir aos Madeirenses e Porto-Santenses, assegurando que, apesar das encenações e da demagogia que diariamente promovem, o povo Madeirense não se vende nem se deixa enganar.
Em nome do desenvolvimento, do progresso e da estabilidade política e social, Albuquerque voltou a apelar ao voto a 22 de setembro e a uma maioria que permita continuar a governar a Região no caminho do progresso, “construído ao longo das últimas duas gerações”, e “em nome daquela que foi a conquista mais importante de todas: a nossa Autonomia.”
“Os Madeirenses e Porto-Santenses são cidadãos portugueses que têm os mesmos direitos que qualquer outro português e há quem não tenha essa noção”, sublinhou o líder dos Social-democratas, referindo-se aos partidos de esquerda que integram a geringonça, a nível nacional.

Socialistas que, além de serem centralistas e separatistas, “têm falta de vergonha na cara” ao se autointitularem os responsáveis pelas conquistas que o Governo Regional promoveu, nos últimos quatro anos, exemplificando com os caso dos professores e dos enfermeiros “que, na Região, foram reconhecidos nos seus direitos”, ao contrário do que aconteceu na Republica.

Referindo-se à recente visita de Costa à Madeira – alguém que mente, politicamente, todos os dias – o Líder dos Social-democratas reiterou que é preciso muita lata para apelar ao voto no partido e na pessoa que mais prejudicou a Madeira, nos últimos quatros anos.

Um Primeiro-Ministro que não cumpriu, que não resolveu o que tinha para resolver e que continua a mentir, tendo ainda a lata de afirmar que a mobilidade dos Madeirenses dentro do território nacional é um modelo ruinoso para a República. Se considera que o modelo da mobilidade – que nunca soube resolver –, é ruinoso, então o que dizer do Metro de Lisboa e da CP, questionou.

Mais. Miguel Albuquerque voltou a insistir nas promessas falhadas da República: o ferry, o subsídio social de mobilidade e as taxas de juro que a Região paga pelo empréstimo do PAEF, dossiês que António Costa e o seu partido, não só não resolveram, como ainda sempre chumbaram as soluções apresentadas pelo PSD.

“Sr. Presidente da República, olhe para esta pouca vergonha!”

“Quando temos um Estado que nem sequer cumpre as funções de soberania nas regiões autónomas, um Estado que deve ao serviço regional de saúde mais de 18 mil euros porque se recusa a assumir os custos que são da sua responsabilidade, nomeadamente os apoios à saúde dos profissionais da GNR, da PSP e do Exército que se encontram na Região, está tudo explicado”, reforçou, apelando à intervenção do Presidente da República para que se cumpra a Constituição e para que se acabe com a “pouca vergonha” que caracteriza a forma como o Estado olha para a Madeira.

“Isto é que é separatismo relativamente à Madeira” afirmou Albuquerque, alertando que o que está em causa, a 22 de setembro, é o PSD/M ter uma maioria para responder a quem trata os Madeirenses como portugueses de segunda categoria.

Uma maioria que permita continuar a governar com estabilidade, garantindo o progresso, o emprego e a qualidade de vida, conseguida pelo PSD/Madeira neste mandato, à semelhança do que aconteceu nos últimos 43 anos.

Este é o legado que Miguel Albuquerque quer manter e deixar para as futuras gerações: uma terra desenvolvida, justa, solidária, onde o crescimento económico, o emprego e as oportunidades de futuro continuem a ser uma realidade para todos.

Algo que os socialistas e comunistas não são capazes de garantir. “Não há desenvolvimento com instabilidade, com rutura, com socialistas e comunistas no poder”, disse, acrescentando que “o que estes senhores trazem é a paralisia total da nossa economia, a miséria, o desemprego e a estagnação da nossa riqueza”, rematou.