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Notícias
  Quinta, 29 Agosto 2019

Reforçar a Saúde na Madeira será um dos eixos prioritários no próximo mandato, assegurou Miguel Albuquerque, durante a apresentação do Manifesto Eleitoral do PSD/M, esta quinta-feira, adiantando que, na legislatura 2019-2023 será iniciada a construção do novo Hospital da Madeira, e que 10% do PIB regional será afeto a este sector, o que irá permitir continuar a melhorar as listas de espera das cirurgias, nas consultas e nas análises.

“Podemos fazê-lo e vamos continuar a fazê-lo investindo nas infraestruturas, no sistema ambulatório, na medicina preventiva e na contratação de mais profissionais”, reforçou, lembrando que nos últimos quatro anos de Governo do PSD foram contratados centenas de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais.” Albuquerque afirmou que irá continuar “este esforço, sem qualquer dissimulação”, ao contrário do que acontece no Continente, onde “a Saúde Pública está em processo de colapso”.

Na área do Ambiente, o candidato às eleições regionais, esclareceu a ideia “propalada” pela oposição, de que o território não é protegido. “A Madeira é dos territórios no mundo que tem mais áreas terrestres e marítimas protegidas,” disse lembrando que na Região 65% do território tem estatuto de proteção, através da Rede Natura 2000, do Parque Natural e da Reserva da Biosfera. “Há muito poucos países europeus que têm este índice de proteção”, constatou, garantindo que irá continuar a proteger o ambiente e a apostar nas energias renováveis.

“Mais de 50% da eletricidade produzida na Madeira será através de energias renováveis e será introduzida nas casas dos madeirenses contadores inteligentes de forma a reduzir os gastos energéticos”, anunciou no seu programa eleitoral 2019/2023.

No quadro da Proteção Civil, Albuquerque, sublinhou que irá continuar a assegurar a segurança de pessoas e bens. Lembrando o investimento de 1,2 milhões de euros por ano, através do POCIF, para a prevenção dos fogos através dos meios aéreos, que é pago pela Região, o candidato do PSD disse ser “importante continuar a desenvolver políticas de prevenção”, exemplificando com as limpezas, a criação de faixas corta-fogo, os patrulhamentos, a prevenção de catástrofes e a proteção do património natural.

Salvaguardar o território é também dar continuidade às políticas do Mar. “Vamos criar um Centro Internacional de Formação para o Mar”, asseverou o social-democrata, constatando que quem aplicado e concretizado a política do Mar tem sido a Madeira. “É na Madeira que temos as empresas mais avançadas de investigação dos produtos do Mar. Temos o Centro de Registo de Navios Internacional, que é o terceiro maior da Europa, temos das áreas de maior proteção da Europa que são asseguradas pelo Governo Regional e temos a possibilidade de continuarmos a desenvolver a aquacultura.” Ao invés no Continente, aquilo a que se assiste “é um grande dossier sem nada feito”, apontou.