• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Quarta, 28 Agosto 2019

O povo madeirense não se vende nem se verga, não vai em mentiras nem em aldrabices eleitorais, sublinhou Miguel Albuquerque, garantindo que, ao contrário do que pensam, o povo madeirense não anda a dormir e sabe muito bem o que aconteceu nestes quatro anos

Naquele que foi o primeiro comício concelhio, Miguel Albuquerque voltou a pedir a maioria e insistiu que os Madeirenses e Porto-Santenses não querem nem aceitam que Lisboa volte a mandar na Madeira.

“Os Madeirenses e Porto-Santenses não querem voltar a ser ignorados e abandonados pelo poder central e sabem que, ao fim de 43 anos de luta, têm de continuar a confiar no único partido que desenvolveu a Madeira e que sempre defendeu, acima de tudo e contra todos, os nossos direitos e interesses, mesmo contra o PSD a nível nacional”, disse.

E é por isso, reforçou, que “António Costa será derrotado, pelo povo madeirense, a 22 de setembro”, que os Socialistas, os Comunistas e o Bloco de Esquerda não chegarão ao poder para destruir tudo aquilo que foi conquistado pela nossa população ao longo da história. Uma história de luta e de muito esforço que está bem evidente no concelho de Camara de Lobos.

Relembrando o passado e o atraso em que a Madeira vivia antes da Autonomia, o Líder dos Social-democratas deixou claro que “quem fez a mudança na Região foi o PPD/PSD, o Partido da Autonomia” e não aqueles que agora se autointitulam capazes de garantir a mudança.

“O povo madeirense não se vende nem se verga, não vai em mentiras nem em aldrabices eleitorais”, sublinhou Miguel Albuquerque, garantindo que, ao contrario do que pensam, “o povo madeirense não anda a dormir e sabe muito bem o que se passou nestes quatro anos”. Anos em que andaram a enganar a Madeira, em que fizeram promessas que nunca cumpriram, referiu o Presidente do PSD/Madeira, exemplificando com a redução dos juros da divida que foram sempre chumbadas, os dinheiros dos incêndios que nunca chegaram da República, o subsídio de mobilidade que o Estado empatou durante três anos e com o facto do Ferry, em vésperas de eleições, estar supostamente garantido por António Costa quando a própria Ministra do Mar afirmou que esta ligação não era necessária e que o principio da continuidade territorial, entre a Madeira e o continente português, era cumprido por avião.

“A Madeira vai continuar na senda do progresso e, quer queiram quer não, a economia cresce há 71 meses consecutivos e somos a única região do país a baixar os impostos, a ter mais exportações do que importações e a reduzir o desemprego em 4 anos para metade”, constatou.
“Governamos para todos, com justiça, esperança, compromisso e verdade”, reforçou Miguel Albuquerque, salientando que “o que está em jogo, a 22 de setembro, é continuarmos a defender a nossa Autonomia e termos condições para governar, com estabilidade e no rumo certo, a nossa Região”.
Presidente que mais uma vez pediu a maioria para o seu partido a 22 de setembro, nas Eleições Regionais, garantindo que as novas gerações merecem que a Região continue o seu caminho de progresso, desenvolvimento e igualdade de oportunidades.
Albuquerque alertou que não é possível governar com instabilidade política, afirmando que a Madeira não pode ficar à merce dos “caprichos” dos partidos de minoria.
Elogiando a governação de Pedro Coelho, Miguel Albuquerque garantiu que é assim que se deve governar, “com humildade, sabendo ouvir os nossos concidadãos e estando, acima de tudo, sempre atentos às necessidades da nossa população”.