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Notícias
  Terça, 20 Agosto 2019

Depois do Porto Santo, Miguel Albuquerque voltou a subir ao palco e a reiterar, esta tarde, perante a multidão que marcou presença no Pico dos Barcelos, a sua convicção na vitória a 22 de setembro e a 6 de outubro.

Uma vitória contra o centralismo de Lisboa e contra a instabilidade, a mentira e a demagogia daqueles que não querem nem representam o melhor para o futuro da Região.

“Estamos aqui para ganhar as eleições e vamos ganhar as eleições na Madeira"

Vamos ganhar com uma maioria que nos vai permitir governar com estabilidade para todos os madeirenses e Porto-Santenses”, disse, na ocasião, o Líder dos Social-democratas, garantindo que a luta do PSD/Madeira “é uma luta pela Autonomia. Pelos nossos direitos. Pelos Madeirenses e Porto-Santenses. Pela nossa liberdade. Uma luta em nome do direito à nossa emancipação e à nossa liberdade, enquanto povo”.

Autonomia que, referiu, “não é um conceito abstrato e representa a conquista mais importante do nosso povo, ao longo de toda a história”. Conquista que veio permitir que, pela primeira vez, os Madeirenses e Porto-Santenses vivessem em liberdade e tivessem o direito elementar de decidirem o seu próprio destino, de intervirem e de verem os seus recursos e dinheiros a serem reinvestidos na sua terra, algo que foi construído “por duas gerações Social-democratas e graças ao trabalho, esforço e suor dos Governos Social-democratas e dos madeirenses e Porto-Santenses”.

Olhando para a Bandeira da Região, Miguel Albuquerque disse mesmo que a Bandeira “tem um significado muito especial para todos aqueles que têm a sua terra no coração, significado esse que se chama liberdade” e que foi alcançado ao fim de séculos de exploração em que o povo Madeirense foi renegado para segundo plano, maltratado pelo poder colonial e subjugado aos interesses de Lisboa.

Afirmando que o que está em causa, a 22 de setembro, é, precisamente, a luta dos Madeirenses e Porto-Santenses em nome dessa liberdade e da Autonomia, Miguel Albuquerque sublinhou, na sua intervenção, que, nas próximas eleições regionais, o que está em causa é, também, manter um Governo que continue a governar, com estabilidade, para o desenvolvimento e prosperidade de todas as famílias da Madeira e do Porto Santo.

Uma governação que tenha “uma linha de rumo, estável, com princípio, meio e fim”, vincou.

“O que está em jogo é o futuro da Madeira, do progresso e do desenvolvimento e a necessidade de garantirmos, às novas gerações, aquilo a que elas têm direito”, reforçou o líder dos Social-Democratas, lembrando que os Madeirenses e Porto-Santenses não podem esperar prosperidade com governos de instabilidade, não podem esperar desenvolvimento com governos de esquerda e formados em coligação nem muito menos podem esperar a manutenção de tudo aquilo que foi conquistado, ao longo dos últimos 42 anos, entregando o poder a pessoas que são contra o investimento e o desenvolvimento.

Humildade e determinação na vitória marcam arranque de intensa campanha no terreno

Agradecendo ao Presidente Honorário, ao Secretário-geral e a todos os candidatos, Miguel Albuquerque fez questão de frisar que a lista que o seu partido apresenta às próximas Eleições Regionais é uma lista “de homens e mulheres livres, corajosos, que nunca tiveram qualquer complexo de serem madeirenses nem qualquer reverência ao poder de Lisboa”.

Candidatos, simpatizantes e militantes que iniciam, precisamente hoje, um ciclo de intensa atividade política, com o Líder dos Social-democratas a garantir que o PSD “irá para o terreno, a todas as freguesias, a todos os sítios, para denunciar as mentiras e estas nulidades que se apresentam como salvadores de qualquer coisa. Nós não precisamos de salvadores, precisamos é de trabalhadores, de políticos que sejam sérios e que garantam o futuro da Madeira”, disse.

Promessas cumpridas e confiança na decisão do povo Madeirense

Sublinhando que o seu Governo “governou com seriedade ao longo dos últimos quatro anos” e apelando a que o povo olhe para esta realidade e decida em consciência, a 22 de setembro, Miguel Albuquerque lembrou as várias medidas implementadas pelo seu Executivo e fez questão de questionar, na ocasião e em sentido oposto a esta estabilidade, “qual será o futuro governo do PS na Madeira e se serão os radicais do bloco de esquerda ou o partido Comunista a fazer parte do próximo governo”.

Aludindo à suposta mudança que outros prometem, o Presidente do PSD/Madeira fez mesmo questão de afirmar que “quem vai continuar a fazer a mudança da Madeira é o PPD/PSD, o partido da Autonomia e não esta esquerda que esta apenas ao serviço do centralismo de Lisboa, reforçando que só os idiotas é que mudam para pior”.

“O povo madeirense é um povo inteligente, lúcido e que sabe escolher e por isso mesmo António Costa não só vai perder as eleições a 22 de setembro como vão perder a 6 de outubro”, rematou.

Jardim alerta que o que está em jogo é a escolha entre a Autonomia e o colonialismo

Alberto João Jardim regressou à política ativa esta terça-feira. Subiu ao palco para avisar os Madeirenses e Porto-Santenses que o que está em jogo nas Eleições Regionais de 22 de setembro é a escolha entre a Autonomia e o colonialismo imposto por Lisboa.

“O que está em jogo é escolher entre a Autonomia e o colonialismo. O que está em jogo é escolher entre uma política de desenvolvimento que fizemos durante 40 anos, que criou um grande classe média na Madeira, quando antes ela não existia, que criou empregos, e do outro lado um modelo de domínio de sociedade que eles nos querem impor: é subsídios, é esmolas”, alertou o Presidente Honorário do PSD/M.

Por isso, sublinhou, “se durante 40 anos resistimos a Lisboa, agora é altura de continuarmos a resistir” porque “aquilo que pretendem os procuradores do venerando António Costa é criar pobreza para dominar a Madeira” o que significa a “perda da liberdade.”

Jardim enalteceu as conquistas da governação de Miguel Albuquerque nos últimos quatro anos, exemplificando com o crescimento económico, a criação de 18 mil postos de trabalho e a diminuição do desemprego abaixo dos 7%, um dos níveis mais baixos a nível europeu.

“É injusto não reconhecer o trabalho que estes quatro anos representaram. Desenvolveu-se a Madeira, com a nossa economia a subir a índices superiores à média europeia. Criou-se emprego (...), fez-se justiça aos professores, fez-se justiças aos enfermeiros", enquanto "os colonialistas de Lisboa foram incapazes de encontrar soluções”.

Acima de tudo, disse, houve estabilidade política, laboral e social, o que permitiu desenvolvimento, trabalho, paz e liberdade, graças à governação de Miguel Albuquerque, enquanto no Continente houve greves e indisciplina.

Prada apela à união e mobilização rumo à vitória

Apelando à união e mobilização de todos os militantes rumo à vitória nas próximas Eleições Regionais, o Secretário-geral do PSD/Madeira, José Prada, vincou, esta tarde, a importância do seu partido ganhar a 22 de setembro, com maioria, “em nome do futuro, da estabilidade e do que é melhor para a Madeira e o Porto Santo”.

Uma vitória que, disse, será sempre, em primeiro lugar, a vitória da Autonomia, do trabalho e do povo Madeirense e Porto-Santense. “Da Autonomia que o PSD/Madeira sempre defendeu e defende e que não estamos dispostos a vender a Lisboa”, disse.

Referindo-se à lista Social-democrata como “a melhor de todas e a única que garante a defesa dos interesses dos Madeirenses e Porto-Santenses, no futuro Parlamento regional”, José Prada dirigiu-se, também e na ocasião, a cada um dos militantes presentes, sublinhando a representação bem expressiva “da força, da união e da vontade de vencer” do seu partido. 

Dirigiu-se, também, a Miguel Albuquerque e a Alberto João Jardim, “os dois grandes homens que lutaram, ao longo destes 43 anos, pela Madeira e pela Autonomia”, aproveitando a ocasião para lançar um apelo para que, “juntos, unidos, mobilizados, com o apoio da população e ainda com mais força, essa luta continue e se garanta a vitória, com maioria absoluta, do PSD/Madeira, a 22 de setembro”.