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Notícias
  Quarta, 7 Agosto 2019

O aproveitamento dos fundos comunitários na Região continua na linha da frente, com uma taxa de execução 10% acima da média nacional. Nos últimos quatro anos foram aprovados 3.200 projetos no valor de 80 milhões euros, o que permitiu a criação de 1.500 novos postos de trabalho e a manutenção de outros 45.000.

Carlos Rodrigues falava esta quarta-feira, durante uma visita do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira na Assembleia Regional à empresa J. Faria & Filhos, Lda, sublinhando o papel preponderante do Governo Regional na criação do atual clima de confiança que resultou em mais investimento, empresas mais robustas e mais emprego.

“Uma das vertentes utilizadas para a canalização dos fundos comunitários, tem sido através dos sistemas de incentivos direcionados às empresas. Se associarmos esta política à baixa de impostos, no que respeita à taxa de IRC – que é a mais baixa do País –, o resultado que temos, nos últimos quatro anos, é um sector empresarial mais robusto, mais preparado e que respira mais confiança.”

Estas políticas, sustenta o deputado social-democrata, dão garantias para que a Região tenha uma economia melhor preparada para enfrentar os desafios futuros e as normais oscilações dos mercados.

“O Governo Regional garantiu que os apoios que existiam eram canalizados e dirigidos às empresas, criou um ambiente de confiança de forma a que as empresas e os investidores pudessem apostar e desenvolver os seus projetos”, disse Carlos Rodrigues, exemplificando com o encurtar do prazo de pagamento aos fornecedores, que neste momento é inferior a 60 dias. É o mais baixo do País.

“Quem cria emprego direto são as empresas, mas para que as empresas possam criar emprego precisam de viver num clima de confiança”, lembrou, considerando que a diminuição da taxa de desemprego de 16% para 7% entre 2015 e 2019, deverá ser encarada como “uma tarefa que todos nós, enquanto sociedade, temos de nos orgulhar.”

Por isso, o parlamentar do PSD/M diz não entender a postura de alguns partidos que por “desespero”, “ilusão” ou “falta de argumentos”, tenta lançar “nuvens de poeira” sobre as conquistas da Região. “Contra os números do INE e da Direção Regional de Estatística não há nada a fazer. Acho pouco responsável fazer esse tipo de afirmações”, rematou.