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Notícias
  Terça, 21 Maio 2019

"A par do excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, pelo Governo Regional, tanto do ponto de vista da formação quanto da integração socioprofissional, foi também graças à Europa que a Região conseguiu, em apenas 4 anos, reduzir, para metade, a sua taxa de desemprego, tendo atualmente uma taxa de 7%, contra aquela que existia, de 15,8%, em abril de 2015". A afirmação é da candidata social-democrata Cláudia Monteiro de Aguiar que, hoje e numa visita ao Instituto de Emprego da Madeira, fez questão de sublinhar "não só a capacidade que a Região tem tido em aproveitar todos estes mecanismos europeus como, também, mais um exemplo de que a Europa faz parte do dia-a-dia dos cidadãos e está na base de muitas das soluções que têm vindo a ser encontradas, a favor da nossa população".

"É fundamental que as pessoas estejam ainda mais sensibilizadas para o papel que a Europa e, neste caso, os seus representantes eleitos, assumem na defesa dos seus interesses e direitos, sendo o emprego uma das áreas em que esse papel se torna evidente", sublinhou a candidata social-democrata, garantindo que, no Parlamento Europeu, "o PSD continuará a trabalhar para que haja um reforço efetivo dos apoios e programas existentes e, igualmente, daqueles que, sendo específicos e destinados às regiões ultraperiféricas, poderão, também, ser canalizados para o emprego e para potenciar as novas oportunidades que, por exemplo, no respeitante à economia do mar, hoje se colocam".

"O PSD assume o compromisso de continuar a lutar para criar mais emprego na Região e mais condições para que o nosso tecido empresarial, maioritariamente composto por micro e pequenas empresas, ganhe outra afirmação, expansão e escala no mercado", afirmou Cláudia Monteiro de Aguiar, lembrando que, com o apoio da Europa, foram criados, na Região, cerca de 3.000 postos de trabalho, número que espera ver reforçado no futuro, a par da necessária aposta na formação e requalificação profissional.

Ainda relativamente ao emprego, a candidata diz não compreender como é que alguns partidos da oposição, nomeadamente o PCP e o PS – que se mostram, apenas agora, defensores do Centro Internacional de Negócios – foram aqueles que mais contribuíram para denegrir, na Europa, a imagem de uma instituição que, na Região, também tem vindo a contribuir para a criação de postos de trabalho, "numa estranha contradição que mostra bem a falta de coerência nos argumentos e nas ideias que apresentam".