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Notícias
  Terça, 7 Maio 2019
A candidata social-democrata Cláudia Monteiro de Aguiar visitou, esta manhã, o projeto de ampliação do aproveitamento hidroelétrico da Calheta, numa deslocação onde aproveitou para destacar aquele que considerou ser «mais um exemplo do bom aproveitamento das verbas comunitárias na Região», referindo-se, neste caso concreto, ao investimento levado a cabo naquele espaço, fundamental para garantir o cumprimento das metas que, do ponto de vista das alterações climáticas e das energias renováveis, a Europa preconiza.
Um projeto que, frisou, «acaba por cumprir com todos estes objetivos e será, certamente, decisivo para que a Região atinja os seus propósitos no respeitante às energias renováveis e à progressiva proteção e preservação ambiental, seguindo as linhas estratégicas que as políticas europeias determinam, a este nível».
Lembrando que este projeto foi apoiado, pela União Europeia, através do Programa Operacional SEUR, no montante de 45 milhões de euros – num total de investimento aproximado aos 70 milhões de euros – Cláudia Monteiro de Aguiar garantiu que o PSD continuará a estar sempre ao lado e a defender todos os projetos que, no Parlamento Europeu, assumam esta importância para o futuro e, concretamente, para as novas gerações.
«Estamos a falar de um projeto com impacto regional que dá, inclusive, um importante contributo para a execução dos fundos europeus, a nível nacional, atendendo à sua importância e às suas diferentes valências» disse, na ocasião, a candidata social-democrata, sublinhando que esta intervenção vem permitir a conjugação da energia hídrica e eólica, tendo por objetivo principal o abastecimento de água da rede pública, ao mesmo tempo que contribui para o regadio das explorações agrícolas e para o aumento da produção de energia elétrica, através das energias renováveis, além de poder assumir-se, enquanto mais valia, no combate aos fogos florestais, face ao reforço substancial da capacidade de armazenamento de água. 
«Estes projetos, desenvolvidos nas Regiões Ultraperiféricas, integram a estratégia da União Europeia nas políticas da agenda de combate às mudanças climáticas e vai ao encontro dos objetivos do desenvolvimento sustentável 2030», reforçou, referindo que são, sem dúvida, estes projetos que terão, cada vez, maior peso e maior atenção «por parte de uma Europa em que nos integramos e que esta cada vez mais atenta às alterações climáticas, ao ambiente e às energias renováveis».