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Notícias
  Quinta, 2 Maio 2019

O PSD questionou o presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF) como será operacionalizado o Fundo de Compensação para apoiar as vítimas e/ou familiares da queda da árvore do Monte, ocorrida a 15 de agosto de 2017, que resultou em 13 mortos e 50 feridos.

“Nós questionamos o senhor presidente da Câmara quando e como é que vai operacionalizar o apoio. Ficamos novamente sem resposta, o que demonstra alguma insensibilidade do presidente da Autarquia sobre a tragédia do Monte”, afirmou a porta-voz da vereação social-democrata, Rubina Leal, na sequência da Reunião de Câmara.

A autarca social democrata considera que a compensação e o apoio financeiro às vítimas e às famílias não irão diminuir o sofrimento das pessoas, entendendo que esta é uma forma de ajuda e de demonstrar solidariedade para com aqueles que viveram este acidente.

“Esta é uma forma de ajuda que esta Autarquia tem obrigação de dar, sobretudo dar mais ânimo às vítimas”, afirmou Rubina Leal, lembrando que a proposta para a criação deste fundo de compensação foi aprovada em Assembleia Municipal por todos os partidos, com exceção da bancada da Coligação.

“Nós lamentamos, mais uma vez, esta insensibilidade, esta falta de solidariedade para com vítimas e as suas famílias, perante uma proposta do PSD que foi aprovado por todos na Assembleia Municipal, com exceção da coligação do Partido Socialista, que governa esta Autarquia.”

A vereadora sublinhou que o presidente “não deu uma resposta concreta e como irá operacionalizar esse apoio” e é importante que as pessoas saibam o que irá acontecer depois da aprovação deste fundo.

Rubina Leal lamenta que o executivo da CMF tente abafar o Fundo de Compensação destinado às vítimas do Monte com a pessoa que presta declarações em nome da vereação do PSD daquela Autarquia.

“Somos uma equipa que trabalha em conjunto. O que interessa aqui, é saber como é que vão operacionalizar o que foi decido e aprovado por maioria, e rejeitado apenas pela coligação socialista” afirmou, sublinhando que não vale a pena “tentar enganar as pessoas com a questão de quem presta ou não declarações”.

Autarquia que se preze tem de pagar funcionários atempadamente

É “lamentável”, e “inaceitável” que a Câmara Municipal do Funchal (CMF) deixe os trabalhadores da Frente Mar sem vencimento, disse Rubina Leal esta quinta-feira, após a Reunião de Câmara

A vereadora do PSD, alertou que uma “Autarquia que se preze” cumpre sempre com as suas obrigações mais básicas, sendo uma delas o pagamento atempado dos ordenados aos seus trabalhadores.

“Se há coisas fundamentais que uma Câmara deve prezar é, acima de tudo, atribuir aquilo que os trabalhadores têm direito, que é o vencimento. Isso não aconteceu”, constatou a social-democrata, acusando a Autarquia e a empresa municipal Frente Mar de má gestão.

Se, por um lado, o presidente da CMF diz que foi com este executivo que diminuíram a dívida, por outro lado chegaram ao ponto de não conseguirem pagar os vencimentos aos seus trabalhadores.

“Nós não podemos aceitar nem conseguimos perceber como é que deixaram a empresa Frente Mar chegar a este ponto”, até porque “neste momento tem novas receitas dos parquímetros da Cidade e dos parques de estacionamento”, concluiu.