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Notícias
  Segunda, 29 Abril 2019

No final da visita levada a cabo, esta manhã, ao Centro Internacional de Negócios, concretamente à empresa SAIPEM, o cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias foi taxativo ao afirmar que é preciso «desconjurar o fantasma de que aqui não se geram postos de trabalho nem riqueza para a Região», sublinhando que basta uma visita ao local para que «a ideia de que as empresas que estão instaladas neste Centro Internacional de Negócios são empresas fantasmas ou fictícias caia por terra».

«Há pessoas que não estão devidamente informadas ou que não se querem informar acerca deste espaço», reforça Paulo Rangel, destacando que a situação do Centro Internacional de Negócios da Madeira nada tem nada a ver com outras situações que realmente merecem atenção e reparo e afirmando mesmo que se for feito um juízo objetivo, este Centro não tem qualquer problema em ser avaliado ou inspecionado.

«Existe sobre o CINM uma fixação, uma obsessão sem qualquer fundamento que, na verdade, pode trazer prejuízos muito graves à economia da Madeira, em primeiro lugar mas, também, à economia nacional e à reputação do país», frisou ainda, acrescentando que, se em vez disso, «essas pessoas se fixassem nas outras situações que sim justificam a intervenção das instituições europeias, prestariam, certamente, um melhor serviço não só a Portugal e aos portugueses mas, também, até diria, à economia global».

Basta «fazer a experiência de visitar os locais, basta constatar que, neste caso, existe, em primeiro lugar, uma inserção física e um tecido humano à sua volta e depois, para além disso, perceber que tipo de economia é que eles movimentam no espaço global, porque é disso que estamos a falar», insistiu, acrescentando que, mais do que nunca, «é preciso perceber que este Centro não é uma praça offshore e que obviamente está aqui em causa o pagamento de impostos que são muito relevantes para a economia da Região, que viria a ser totalmente afetada se se deixasse cair um projeto desta envergadura».