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Notícias
  Sábado, 6 Abril 2019

O PSD é o Partido que melhor representa a Madeira na Europa e que tem garantindo o progressivo desenvolvimento social e económico da Região.

Cláudia Monteiro de Aguiar falava este sábado durante a apresentação da Candidatura do Partido às Eleições Europeias de 2019, que se realizam a 26 de maio próximo, exemplificando com o trabalho que os sociais-democratas têm desenvolvido em Bruxelas na defesa do CINM (Centro Internacional de Negócios da Madeira).

“O PSD tem e vai continuar a defender o CINM, porque é o que temos feito em Bruxelas: demonstrar o papel estrutural que este Centro tem na economia regional e no desenvolvimento da Região”, disse a eurodeputada e candidata do PSD/M às Europeias, lembrando o impacto positivo que a Zona Franca tem no emprego e a importância da receita fiscal ali gerada para a Saúde e a Educação.

Cláudia Monteiro de Aguiar sublinhou a luta do PSD “contra uma rede persecutória” montada por socialistas, que usam a Zona Franca para atingir a Região, com fins políticos, falando numa sala repleta de apoiantes, onde não faltou o presidente do Partido, Miguel Albuquerque, a comissão de honra composta por Alberto João Jardim, os ex-eurodeputados Virgílio Pereiro, Sérgio Marques e Nuno Teixeira e as mandatárias, Nini Andrade da Silva e Micaela Abreu.

“Atacar como têm atacado a Madeira, é também atacar cada um de nós, é atacar o seu próprio País”, notou Cláudia Monteiro de Aguiar, dizendo que os desafios para a Madeira no quadro europeu nos próximos cinco anos, não se esgotam no CINM.

“A luta tem sido constante. Estamos perante um Governo Socialista na República, apoiado por Bloquistas e Comunistas, que estão prestes a aceitar uma proposta europeia que prevê, que Portugal, e consequentemente a nossa Madeira, perca 7% na Política de Coesão” , aquela, que melhor responde às necessidades e desafios específicos das RUP.

Cláudia Monteiro de Aguiar, europeísta convicta, afirma que o verdadeiro eixo de desenvolvimento político, social e económico da Madeira foi o projeto europeu. “Sem a Europa o desenvolvimento da Madeira não teria sido possível. Mas a Madeira também contribui para que a Europa seja um projeto melhor.” Um projeto inacabado com complexos desafios, mas viável.

“É com esta visão que me apresento, que o PSD se apresenta a estas eleições. Um partido europeísta, com vontade de continuar a contribuir para uma Europa mais justa, mais equilibrada, mais solidária nos fundos de desemprego, nos fundos estruturais e de investimento, nos instrumentos de apoio às suas Regiões”, resumiu a candidata.

Afiançando que continuará a defender todos os madeirenses no Parlamento Europeu, a candidata percorreu o trabalho desenvolvido em áreas como a Mobilidade, a Política do Mar, o Turismo, a Agricultura, as Pescas, e garantiu que continuará a bater-se por melhores condições das duas únicas portas de entrada e saída da Região

“Se o País, através do Governo da República, nas questões de mobilidade tem contribuído com zero soluções, o PSD compromete-se continuar a lutar em matéria de transportes, para melhorar a acessibilidade e a circulação de pessoas, bens e serviços, de forma justa, dos madeirenses e portossantenses como cidadãos europeus.”

Por seu lado, Miguel Albuquerque salientou que Cláudia Monteiro de Aguiar é da escola do PSD: “É uma mulher de coragem, inteligente, que tem um trabalho consistente e determinado no Parlamento Europeu em prol do nosso desenvolvimento”. Um desenvolvimento que, segundo o presidente do PSD/M, assenta no grande pilar que é a conquista da Autonomia, mas também numa “decisão sábia” e “fundamental” que foi “a Madeira se integrar de pleno direito na Europa”. “E foi esta Europa e não o Estado português que nos ajudou no súbito desenvolvimento que nós conseguimos alcançar.”

É, por isso, que o PSD “é um partido europeu” e “defensor da União Europeia”, da sua política de coesão. “Nós somos europeístas, um partido que está na primeira linha da defesa da Europa, enquanto projeto político de unidade e de solidariedade”, disse.

Miguel Albuquerque disse não ter nenhuma dúvida: “Se não fosse a Europa. Se não fosse a conquista da Autonomia, nós ainda estaríamos como estávamos antes do 25 de abril”. Isto face a um Estado “centralista”.