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Notícias
  Sexta, 29 Março 2019

Jorge Vale Fernandes, vereador do PSD na Câmara Municipal do Funchal (CMF), afirmou, ontem à tarde, que o chumbo do Tribunal de Contas ao empréstimo de 7,5 milhões que a Autarquia contava fazer, é indicativo da “incompetência da governação socialista na Câmara Municipal do Funchal e alguma soberba”.

Vale Fernandes falava, assim, ontem à tarde, após a Reunião de Câmara, lembrando que em 2013 a vereação do PSD deixou muitos projetos a serem implementados, nomeadamente na habitação social, que este executivo não soube aproveitar.

“Em meados de 2016, esta mesma Câmara, esta vereação socialista, contratou um financiamento de 10 milhões de euros para executar algumas dessas obras. Esse contrato de financiamento tinha uma condição: a verba poderia ser utilizada no prazo máximo de dois anos”, explicou o vereador. No entanto, chegado a meados de 2018, a CMF não havia realizado nem metade das obras e deixou de poder utilizar cerca de 50% do montante deste financiamento.

O autarca do PSD lembrou que este novo financiamento de 7,5 mihões, foi aprovado em Reunião de Câmara, a 6 de setembro de 2018, e que no dia 20 de setembro foi levado à reunião um dossier sobre questões dos bancos. A 25 de setembro procedeu-se à abertura do procedimento, para que o mesmo resultasse num chumbo do Tribunal de Contas, por “incompetência” do executivo socialista desta Aqutarquia.

“São obras fundamentais para o município”, afirmou, uma vez que se tratam de questões fundamentais relacionadas com habitação social, consolidação de escarpas e financiamento da primeira fase da ETAR.

Para Jorge Vale é inequívoco que quem construiu milhares de fogos de habitação social no Município do Funchal foram as anteriores vereações do PSD, sendo “lamentável” que, mais uma vez, as expectativas das famílias das cidade sejam defraudadas pelo atual executivo. “Falamos de crianças, de pessoas com alguma idade que ansiavam a requalificação das suas habitações.”

Mais uma vez está comprovado que este executivo promete muito mas pouco faz. É inaceitável que o presidente e vice-presidente da Câmara do Funchal tenham tentado branquear esta situação, imputado as culpas ao Tribunal de Contas cuja isenção e idoneidade é mais do que reconhecida e não pode ser colocada em causa.