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Notícias
  Terça, 26 Março 2019

Encerramento de ruas no Funchal. Trânsito caótico. Condutores indignados. Graves constrangimentos para os veículos privado e para os transportes públicos. Este foi o cenário vivido, ontem, por largas centenas de pessoas que atravessaram a Cidade.

Uma situação que deverá prolongar-se no tempo devido ao “mau planeamento das obras” por parte da Câmara Municipal do Funchal (CMF), afirmou esta terça-feira Elias Homem de Gouveia, na conferência de imprensa, que decorreu no Gabinete de Apoio à Vereação do PSD.

“Foi por demais evidente a indignação de muitos dos munícipes, no dia de ontem, com o encerramento do Largo do Phelps e da Ponte do Bettencourt [devido ao início da 4ª fase das obras na Fernão Ornelas]”, constatou o vereador social-democrata.

Uma situação já começa a ser recorrente. “Isto acontece devido ao mau planeamento da obra, situação que já começa a ser habitual. Já aconteceu na Rua do Bom Jesus e na Rua João de Deus. Hoje foi a Rua Fernão de Ornelas. E pelos vistos não vai acabar por aqui, uma vez que se prevêem outras obras como o encerramento do Largo do Colégio e da Rua Padre Gonçalves da Câmara.”

No entender do autarca do PSD, esta é mais uma obra realizada “em cima do joelho”, e feita “de acordo com um calendário meramente político”.  Só assim se explica porque razão a Autarquia não adiou o início dos trabalhos para o período das férias escolares da Páscoa que se aproxima. Uma época em que o tráfego automóvel diminui significativamente, durante a qual as obras poderiam ser realizadas sem grandes transtornos.

Os comerciantes, afirma Homem de Gouveia, também são vítimas da falta de planeamento e do calendário político imposto pelo presidente da CMF. “Uma palavra de solidariedade aos nosso comerciantes que têm sofrido com estas obras, com prejuízos financeiros. A Rua Fernão de Ornelas que é uma rua emblemática do Funchal, juntamente com a Rua do Aljube, foi transformada num beco emparedado o que dificulta a atividade comercial daqueles que lá exercem a sua atividade”, concluiu.