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Notícias
  Quinta, 28 Fevereiro 2019

O alargamento do Caminho do Jamboto foi a proposta apresentada pelos vereadores do PSD esta quinta-feira, em Reunião de Câmara da Autarquia do Funchal.

“É um caminho no qual passam muitas pessoas diariamente” e “neste momento vive-se um clima de grande instabilidade devido ao caminho ser demasiado estreito e existirem várias paredes de sustentação de terreno em risco de desabar”, alertou Joana Silva.

“A população sente-se muito insegura”, continuou a vereadora social-democrata, explicando que o PSD solicitou ao executivo da Coligação para que procedesse com a “maior urgência às obras necessárias”. No entanto, a Coligação chumbou esta proposta, dizendo que se trata de uma obra inútil.

Um chumbo se deve à falta de interesse do presidente da Câmara Municipal do Funchal face aos problemas que afetam os funchalenses e a Cidade, atirou a autarca Rubina Leal. Daí o voto de protesto apresentado pelos sociais-democratas face às ausências do edil.

“O voto de protesto não tem a ver com a falta de comparência do presidente da Autarquia nas reuniões, mas sim com a ausência de liderança na Cidade, porque este presidente abandonou a Cidade para se dedicar a outras campanhas”, explicou a vereadora do PSD.

Rubina Leal referiu que o edil justificou, por exemplo, a ida ao Açores com as férias. “Mas todos sabemos que ninguém tira férias para visitar hospitais, serviços nem tão pouco para reunir com entidades”, disse, continuando: “Só lhe fica mal essa justificação às pessoas que o elegeram para comandar a Cidade”.

Dizendo que o atual presidente da CMF apontou, em Reunião de Câmara, as 56 ausências do seu antecessor, Rubina Leal questionou: “Com que direito um presidente de Câmara fala sobre 56 ausências do antecessor em 19 anos e não percebe que já faltou 27 vezes em apenas 4 anos?”

Lamentando a falta de palavra do presidente da CMF, que afirmou que se candidatava para cumprir o mandato até o fim e dois meses depois abandonou a Cidade, Rubina Leal conclui: “Não podemos ter como presidente de Câmara uma pessoa que não tem palavra, uma pessoa que mente ao eleitorado.”