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Notícias
  Sábado, 24 Outubro 2015

Em pouco mais de duas horas, foram muitos os contributos deixados no Conselho Regional do PSD Madeira, que se reuniu na Sala Multiusos da Associação Humanitária dos Bombeiros de Santana, com a situação política vivida atualmente no nosso país e os desafios eleitorais futuros a marcarem as intervenções do presidente do Partido, Miguel Albuquerque, e dos restantes intervenientes.

Nesta quarta reunião do Conselho Regional, sob a liderança partidária de Miguel Albuquerque, os conselheiros votaram por unanimidade as conclusões produzidas pela discussão de das diversas temáticas que constavam da ordem de trabalhos, uma delas de saudação pelos primeiros seis meses do atual Governo Regional, sendo destacado que, em apenas meio ano de executivo, os madeirenses já perceberam que as promessas do PSD "são para cumprir e efetivar". "Trouxemos para a realidade regional uma nova forma de estar e de fazer política baseada no diálogo, na concertação e na decisão ponderada", sublinhou o presidente da Mesa do Conselho Regional. Adolfo Brazão reforçou que os madeirenses podem continuar a contar com o Partido Social Democrata e com "uma defesa intransigente dos seus interesses e das suas legítimas aspirações".

Contudo, foi a situação política nacional que assumiu um maior protagonismo. O Conselho Regional saudou a decisão do Presidente da República ao indigitar Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro de Portugal, como consequência da "inequívoca vitória obtida pela coligação “Portugal à Frente” nas eleições de 4 de outubro". Tal vitória é, para o PSD, "motivo de reconhecimento pelas circunstâncias extremamente difíceis que este governo enfrentou nos últimos quatro anos e meio". "Os portugueses optaram pela continuidade e é essa vontade que tem de ser respeitada e acatada por todos", disse Adolfo Brazão. "Quem ganha, governa; quem perde, faz oposição", continuou, salientando que "ninguém se pode arrogar dono do voto dos cidadãos".

Além disso, afirmou Adolfo Brazão, "o tempo não está para aventureirismos ou para experimentalismos que podem pôr em causa o trabalho árduo e os sacrifícios realizados pelos portugueses pela recuperação do seu país".

O Conselho Regional do PSD  apela, por isso, "ao bom senso e à responsabilidade de todos os intervenientes, nomeadamente do líder da oposição e dos deputados agora empossados", considerando ser fundamental, para os interesses do país e dos portugueses, manter a estabilidade governativa, a dignidade institucional e o respeito pela democracia.

"Cremos que estão reunidas as condições para uma governação de qualidade. E acreditamos que com diálogo, perseverança e motivação é possível ultrapassar as principais diferenças entre os denominados partidos do arco da governação e manter a indispensável estabilidade que o país e os portugueses precisam e desejam."

Ainda sobre as eleições legislativas, ficaram algumas notas para a confiança demonstrada pelos madeirenses, que deram ao PSD Madeira uma "vitória eleitoral inequívoca"ao vencer em 10 de 11 concelhos e em 50 das 54 freguesias, um feito digno de realce, ainda mais no contexto em que estas eleições se materializaram. 

"Como sempre, os nossos candidatos, as nossas comissões políticas de freguesia e de concelhia, e os nossos militantes e simpatizantes foram inexcedíveis nesta dura campanha em que logramos atingir o nosso objetivo principal: vencer as eleições. Aos que continuam a acreditar na força, na capacidade e no trabalho deste partido, o nosso muito obrigado."

Leia as conclusões aqui.