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Notícias
  Quarta, 6 Fevereiro 2019

Um pouco por todo o Mundo, os países vão reconhecendo Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela. Esta autonomeação de Guaidó, que o Parlamento Europeu reconheceu como legítima recentemente, sendo a primeira instituição europeia a fazê-lo, desencadeou violentos protestos na Venezuela, levando à morte de várias dezenas de pessoas, além dos já milhares de feridos.

Tendo isto em conta, e a situação humanitária que já se vinha a deteriorar severamente nos últimos anos na Venezuela, com pessoas a morrer devido à falta de alimentos e falta de medicamentos, Cláudia Monteiro de Aguiar envia uma nova missiva, escrevendo uma carta à Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Federica Mogherini, documento que foi apoiado por sete outros Eurodeputados.

No documento a Eurodeputada eleita pela Madeira, região de Portugal que já recebeu cerca de 7 mil madeirenses e luso-venezuelanos que escaparam à situação dramática que se vive naquele país e que acolhe uma grande comunidade madeirense, apelou à União que lidere o apoio da coligação global sobre assistência humanitária aos cidadãos da Venezuela.

“Depois do reconhecimento do Parlamento Europeu à Juan Guaidó, como o legítimo Presidente interino da Venezuela, em conformidade com a Constituição venezuelana, gostaríamos de solicitar o apoio da União para fazer parte da coligação global para apoiar a assistência humanitária à Venezuela. Acreditamos que a União Europeia precisa de fazer mais e pedir o fim imediato da proibição de entrada de ajuda humanitária na Venezuela, como afirmou Juan Guaidó no discurso na Universidade Central da Venezuela”, escreveu a Deputada do PSD.

Cláudia Monteiro de Aguiar lembra que, desde 2015, milhões de pessoas deixaram a Venezuela fugindo da hiperinflação, pobreza e escassez de alimentos e medicamentos devido a uma profunda crise social, política e económica. “A União Europeia e os seus Estados-Membros precisam de falar a uma só voz e ser um dos muitos, a nível mundial, a apoiar a coligação global de apoio à assistência humanitária na Venezuela”, reitera na sua carta enviada a Mogherini.

Carta