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Notícias
  Quinta, 31 Janeiro 2019

O Parlamento Europeu (PE) promoveu ontem um debate sobre a Venezuela que antecedeu a votação de uma resolução sobre a situação política venezuelana. A Proposta de Resolução que foi aprovada em sessão plenária, foi assinada por 17 Eurodeputados e contou com o apoio de Cláudia Monteiro de Aguiar.

O documento, além de exigir que Juan Guaidó seja reconhecido como o Presidente interino da Venezuela, condena veementemente a feroz repressão, a violência e as mortes; manifesta solidariedade com o povo da Venezuela e exprime as sinceras condolências às famílias e amigos das vítimas; insta as autoridades venezuelanas de facto a suspenderem todas as violações dos direitos humanos e a responsabilizarem os responsáveis, assegurando que todas as liberdades fundamentais e os direitos humanos sejam plenamente respeitados.

“Esta é uma exigência clara feita à Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Federica Mogherini. Dos tiranos não podemos esperar respeito por direitos e liberdades. Queremos pôr um fim a esta tirania, de um governante mais focado nos interesses dos governantes do que nas necessidades de uma nação”, disse a Eurodeputada madeirense. “Lamento que, uma vez mais, os comunistas tenham apoiado em plenário um regime ditatorial. Nós, no PE, ajudaremos a pôr fim a esta tirania se legitimarmos Juan Gaidon presidente da Venezuela, na esperança que a democracia volte àquele país e que as quarenta pessoas que morreram nos protestos, e tantas outras mais, não tenham morrido em vão!”

De recordar que a Oposição Democrática Venezuelana, proposta pelo Partido Popular Europeu em 2017, recebeu o Prémio Sakharov, um dos instrumentos de promoção dos Direitos Humanos do Parlamento Europeu, que contou com o apoio da Deputada do PSD, Cláudia Monteiro de Aguiar.