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Notícias
  Quinta, 31 Janeiro 2019

O PSD denunciou as "agressões verbais" e os maus tratos a que os funcionários da Câmara Municipal do Porto Moniz têm sido sujetos, por parte do presidente da Autarquia.

"A Comissão Política Concelhia do PSD do Porto Moniz manifesta o seu veemente repúdio face às manifestações de ódio do Presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz em relação aos trabalhadores do município que, não vendo respeitados os princípios democráticos naquela instituição, estão a ser vítimas de agressões verbais sistemáticas e deliberadas por parte do presidente da Autarquia."

O último episódio, refere Nélio Rodrigues, aconteceu há quatro dias (na passada segunda-feira), com o "alto representante dos socialistas na Madeira" a proclamar "ódio" a todos os trabalhadores municipais que realizam serviço no exterior do Município, visando de forma mais direta dois funcionários com ligações ao PSD.

"A atitude do edil teve por base, segundo informação do próprio Presidente Socialista, uma investigação que a Polícia Judiciária está a efetuar na Câmara Municipal do Porto Moniz, supostamente devido a irregularidades financeiras", explicou o Presidente da Concelhia do PSD/Porto Moniz, que acusa o presidente da Autarquia de querer "atirar areia para os olhos dos trabalhadores", ao culpar a oposição pelas supostas iregularidades, como se o PS não estivesse à frente dos destinos do Município.

"Quem não tem presente ver o Presidente Socialista da Venezuela, a atirar culpas à oposição de todas as situações negativas que ocorriam naquele País? Pois, parece que temos um Maduro no Porto Moniz."

Com esta denúncia o PSD do Porto Moniz tem dois objetivos muito claros. Em primeiro lugar, Nélio Rodrigues, solicita ao presidente da Câmara do Porto Moniz que "de uma vez por todas respeite os princípios democráticos dentro daquela instituição". O segundo objetivo é "alertar toda a população da Madeira e do Porto Santo sobre a faceta ditadora deste líder socialista, para que nos próximos atos eleitorais esteja atenta e saiba responder, nas urnas, a esta forma violenta e hostil de fazer política."