• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Sexta, 25 Janeiro 2019

Miguel Albuquerque alertou para as consequências do populismo, apontando o exemplo da Venezuela. "No futuro, o que está em jogo aqui na Madeira é olharmos para a nossa história", afirmou, salientando que nesse olhar será possível constatar "uma coisa simples": "A maior conquista da história da Madeira foi a Autonomia política, que permitiu que os cidadãos da Madeira e do Porto Santo se assumissem como cidadãos de corpo inteiro, ou seja, intervenientes no processo político-democrático." Com isto, adiantou, "passaram a tomar decisões sobre o seu destino comum e o seu destino coletivo e isso só foi possível graças à Autonomia."

Acrescentou ainda que foi essa proximidade e poder de decisão quer permitiu à Região um desenvolvimento maior e mais acentuado de sempre. "Passámos de uma região pobre para um região desenvolvida, uma das regiões mais desenvolvidas do país".

O que está agora em causa, agora e no futuro, salientou, é "saber se, por estupidez ou por distração, os madeirenses querem entregar a sua Autonomia aos seus detratores e àqueles que querem acabar com ela".

A Autonomia, disse, é "um regime de liberdade" e que veio permitir a prosperidade e participação cívica. Bem diferente do que existe Venezuela, onde está no poder o socialismo/comunismo que gera desemprego, carências no tratamento da doença, estagnação económica e ausência de total de liberdade política. 

Miguel Albuquerque referiu também que, por cá, os partidos que querem acabar com a Autonomia são os mesmos que emanam comunicados a louvar o regime venezuelano.