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Notícias
  Domingo, 20 Janeiro 2019

Foram imensos os militantes que quiseram deixar a sua palavra no XVII Congresso do PSD/Madeira. A maior parte com apelos à mobilização e unidade do partido e a denunciar a mentira que faz parte da estratégia dos adversários políticos. Durante o período de debate geral intervieram cerca de 50 congressistas, com os trabalhos a encerrarem madrugada fora.

Fernanda Cardoso

Fernanda Cardoso sublinhou que foi através da Autonomia que se criaram condições para o desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira. "As novas gerações têm de agarrar este património percebendo que o futuro passa por aqui". A luta, por mais Autonomia, continuou, é "fundamental" porque "cria condições para podermos viver melhor": mais crescimento económico, mais emprego e combate às desigualdade. A social-democrata denunciou a visão centralista da oposição, referindo que a Autonomia não pode traduzir-se na desresponsabilização do Estado face à Regiões Autónomas.

"Só uma visão enviesada e distorcida da Autonomia defende que seja a própria Região a pagar os custos da insularidade e do afastamento". Por isso, entende que cabe ao PSD/M defender a Autonomia correspondendo às expectativas do Povo que deposita na social-democracia a esperança na construção de um futuro melhor.

Tranquada Gomes

Tranquada Gomes disse que, apesar do trabalho árduo que o PSD/M tem pela frente, não duvida que as batalhas eleitorais são para ganhar. Destacou que o Programa de Governo vai ser cumprido. "Não rompemos a confiança que a população em nós depositou", garantiu, sublinhando que ao contrário de outros, o PSD/M não vende ilusões.

"[Os sociais-democratas] defendem uma sociedade aberta, livre, tolerante, uma sociedade solidária, sem ser assistencialista. Não estamos reféns de modelos dogmáticos e ideológicos". Às vezes alerta só se dá valor ao que se tem quando se perde. Por isso pede aos madeirenses que pensem "muito bem nas suas escolhas", sem receio do "efeito Costa" nem da geringonça, "o maior embuste político dos últimos anos em Portugal.

Tranquada Gomes alerta que "nunca nos poderemos agachar perante Lisboa", pois aí quem mandará na Madeira será Lisboa e não os madeirenses.

Pedro Calado

Pedro Calado começou por falar no respeito pelo passado e no orgulho daquilo que o PSD/M fez pela Madeira. "Foram muitos de vós que construíram a nossa Madeira, o que somos e temos hoje", sublinhou, apontando a qualidade de vida que nos é reconhecida, com o desenvolvimento atingido. Tudo isto se deve à visão dos nossos líderes, do nosso Partido. Temos hoje de estar orgulhosos do nosso passado e de tudo aquilo que construímos."

O membro da Comissão Política referiu que depois de 40 anos de luta pela Autonomia, pelo desenvolvimento da Região, vêm agora "estes senhores do PS-M, instrumentalizados, com campanhas baixas e sem valores, com orientações de Lisboa, tentar enganar os Madeirenses."Mentem ao Povo Madeirense, como têm feito no Continente, onde aumentam os rendimentos das famílias, mas esquecem-se de dizer que aumentam os impostos em valor superior", apontou, questionando: "É essa a política que queremos para a nossa Terra?"

Calado considera a situação "inaceitável" e garante que não irá pactuar com a geringonça nacional, lembrando que com Alberto João Jardim a Madeira conquistou a liberdade e a Autonomia. "Deixámos de andar descalços. Construímos estradas. Levámos água e luz às pessoas. Educação às crianças. Apoio social aos idosos e desfavorecidos. Médicos e centros de saúde à população".

"Marcámos a diferença! Sentimos orgulho no passado e temos de olhar o futuro com convicção, acreditando que faremos a diferença para os nossos filhos", ao contrário dos adversários fracos, referiu. "O nosso adversário é fraco! Dos fracos, não reza a história." 

O compromisso do PSD/M, frisou, é para com o Povo, para com a classe média, para com o cidadão humilde e anónimo. Pedro Calado elogiou o trabalho desenvolvido por Miguel Albquerque durante 20 anos, primeiro no Funchal e agora no Governo, em quatro anos, período em que ultrapassou dificuldades e recuperou a esperança da população, "numa ilha desenvolvida e em crescendo económico e financeiro".

Miguel de Sousa

O PSD-Madeira é a melhor estrutura política do partido em Portugal. A constatação foi feita por Miguel de Sousa durante uma intervenção no XVII Congresso Regional, explicando as razões do sucesso social-democrata na Região.

“Aqui trabalha-se para ganhar, e isto porque respeitamos as pessoas e dedicamos o nosso trabalho político ao bem estar da população. É assim há 45 anos!”, disse o deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, acrescentando que o sucesso do PSD-Madeira é um “incómodo” para a classe política continental. “Principalmente para quem é primeiro-ministro sem ter ganho eleições.”

Miguel de Sousa terminou a intervenção como começou: com elogios ao Presidente do Partido. “O povo madeirense, mais uma vez, confiará no PSD, confiará em Miguel Albuquerque.”

Jorge Carvalho

Jorge Carvalho enumerou “seis razões-chave” para que Miguel Albuquerque seja “o melhor candidato à condução dos destinos da Madeira”.

“Miguel Albuquerque sabe ouvir as populações, identifica-se bem com os seus anseios e necessidades, sabe o que querem os madeirenses e os madeirenses sabem o que Miguel Albuquerque quer para a Madeira, conhece e domina os dossiers da governação, cumpre o que promete e é o único autonomista dos anunciados candidatos a presidente do Governo Regional”.

Adolfo Brazão
 
Adolfo Brazão avisou que “a perigosa, mas potente máquina de propaganda do partido socialista já começou o seu jogo sujo, mas irá agravá-lo e pressionar cada vez mais, e jogar cada vez mais sujo também”.
 
“As chamadas “fake news”, estejam atentos, serão utilizadas como nunca e sem quaisquer complexos”, disse, acrescentando que “não são mais do que mentiras e formas de denegrir a imagem da verdade, como armas da politica suja, da chamada “dirty politic”, que são”.

Eduardo Jesus

Eduardo Jesus lembrou que a história dos últimos 40 da Região confunde-se com a historia do Partido Social Democrata da Madeira. "Ainda bem que assim foi, ainda bem que assim é, e ainda bem que assim será!". Porque o PSD/M é o Partido que acumulou promessas cumpridas, concretizou ciclos de desenvolvimento, promoveu o progresso da Região. "Somos os únicos capazes de governar esta terra e de garantir o melhor futuro para todos". Até porque Lisboa lida mal com as autonomias. E é aqui que surge o "grande desafio" para lutar contra o centralismo redutor, a geringonça que só nos quer "espezinhar". Infelizmente, alerta o deputado, "existem madeirenses que, vendidos a Lisboa, se mostram insensíveis aos problemas e às necessidades desta Região." E, então, com "confiança redobrada" que Eduardo Jesus acredita na vitória do PSD/M. "Temos tudo para continuar a servir esta Terra, por quem nos entregamos de corpo e alma, com toda a nossa honestidadem toda a humildade e toda a transparência."

Rui Coelho

Rui Coelho lembrou os próximos desafios eleitorais, salientando que o Partido tem de elevar a sua bandeira e não pode ter vergonha dos últimos 40 anos de governação. "É preciso ouvir os militantes, é preciso sair dos gabinetes e falar com o povo (...)É tempo de falarmos ao povo madeirense, olhos nos olhos, e essa tarefa não é só do presidente ou do secretário-geral, é de todos nós".

Guilherme Silva

Guilherme Silva salientou que este congresso tem início num ano singular com três "exigentes atos eleitorais, que nos vão impor, como nunca, uma forma unidade, muito trabalho e redobrado empenho de todos", representando as eleições regionais "a singularidade que a Autonomia nos confere" e as que constituem "para nós uma preocupação prioritária".

O antigo deputado na Assembleia da República lembrou a evolução operada na Madeira nas últimas quatro década, primeiro com Alberto João Jardim e nos últimos anos com Miguel Albuquerque, que assumiu o Governo em pleno período de dupla auteridade e que ainda assim "aprovou para 2019 um dos orçamentos regionais com maior prioridade social de sempre".

Cláudia Gomes

Cláudia Gomes afirmou que há "quem queira trazer este modelo de desgoverno para a Madeira", há "quem queira uma geringonça à boa maneira do continente, há quem queira tomar o poder de assalto, onde tudo vale".

"Em 22 de setembro teremos as eleições para a Assembleia Legislativa Regional e já começaram as jogadas políticas para atarracar o nosso partido, manipulando o sentido de voto com populismos desmedidos e irresponsáveis, onde tudo se promete e nada se faz."

Não faltou também a alusão a Machico, onde se anuncia novas estradas, novos investimentos privados, em páginas e páginas do Diário de Notícias e depois nada acontece.

"Na verdade, e seguindo o exemplo de Machico, só há investimento público quando o PSD está no poder. As grandes infraestruturas viárias, culturais, educativas, desportivas e de recreação e lazer são todas obras do PSD. Por isso neste momento, o investimento público existente é única e exclusivamente promovido pelo Governo Regional."

Sara Madruga da Costa

A deputada na Assembleia da República sublinhou que quando está em causa o cumprimento das obrigações constitucionais do Estado para com a Madeira, como assegurar o subsidio de mobilidade, o ferry todo o ano, ou o combate aéreo dos incêndios, a Autonomia, tantas vezes criticada, já serve de válvula de escape para os socialistas negarem as suas responsabilidades e remeterem a resolução dos problemas para os madeirenses e porto-santenses.

"É por isso que não acredito que os madeirenses caiam em cantigas, e que queiram abdicar da sua Autonomia e ficar reféns de Lisboa e dos socialistas.
Não acredito que os madeirenses pretendam replicar o vazio de ideias, a incerteza, o desnorte e a incapacidade governativa do socialismo e da frente de esquerda na Madeira. Ao contrário do governo de faz de conta de esquerda que em Lisboa promete tudo e não cumpre nada, o Governo Regional cumpriu o seu programa e honra os compromissos que assumiu com os madeirenses e porto-santenses.

Ao contrário dos socialistas, não nos escondemos atrás de sorrisos, de estudos e de máquinas de imagem e propaganda.

Não empurramos com a barriga e adiamos a resolução dos problemas, como fez a frente de esquerda com o financiamento do Hospital da Madeira, com o subsídio social de mobilidade e o ferry todo o ano.

É por caros companheiros, isso que tenho um enorme orgulho no passado e no presente do nosso partido, na nossa marca autonomista e em tudo o que temos vindo a construir."

Fábio Bastos

Fábio Bastos sublinhou que “quem faz mudanças na Madeira é o PSD. Enquanto o Governo PSD faz as verdadeiras mudanças, o PS inventa e estraga-as e vê-se no desempenho do Município do Funchal, como é o caso do caos do trânsito e da mobilidade da nossa capital”.

“Não é compreensível, como é que se pode rebaixar, os feitos desta Governação, quando cumprimos com as metas prometidas e, ainda, fomos mais além, em benefício das famílias e das empresas”, disse, acrescentando que “o panorama atual da nossa Região é de maior estabilidade e sustentabilidade. Temos estratégia e visão que não só permite responder adequadamente às necessidades de hoje, como também nos prepara para um futuro responsável e de progresso”.

João Paulo Marques

João Paulo Marques, numa intervenção direcionada para a Saúde, afiirmou que o ano que "agora começa, reserva-nos uma tarefa dura e difícil. Uma missão que vai decorrer num calendário e num ambiente hostil. Onde apesar de termos cumprido praticamente na totalidade o nosso manifesto eleitoral, aparentemente tudo e todos estarão contra nós. Desde um Governo da República que já provou, por mais do que uma vez, que está disposto a tudo para tomar de assalto os destinos da Madeira, até aos socialistas locais, que depois de se venderem por um prato de lentilhas – ou melhor dizendo, por um mísero arroz de lapas – comandados pelas habituais agências de comunicação, lançaram-se na campanha mais suja e mais baixa dos últimos 40 anos de democracia. E essa campanha tem um alvo muito bem definido: o nosso sistema de saúde. Basta vê-los nos seus Estados Genéricos numa tentativa, quase que suicida, de espalhar o pânico sobre a saúde na Madeira e de diariamente lançar uma mancha negra sobre o serviço de saúde de todos os madeirenses."

Bruno Macedo

Bruno Macedo sublinhou que este é um ano em que a Madeira terá de escolher entre dois caminhos: "um caminho de progresso, de luta e de autonomia regional e um caminho de retrocesso, de servilismo e de centralismo nacional". E adiantou que não podemos aceitar o segundo caminho que nos propõem: "Um caminho sem dignidade, um caminho determinado por outros e não por nós e não por nós, um caminho sem liberdade".

Carlos Rodrigues

Carlos Rodrigues afirmou que “ou fazemos como o Partido Socialista da Madeira que aceita e aplaude tudo o que Lisboa ordena: a mentira, o engano, a promessa vazia, o adiamento e o compromisso hipócrita. Ou continuamos a responder com firmeza, coragem e determinação aos ditames e ataques aos nossos direitos. Não existem meios termos perante atitudes perversas e atropelos constantes.”

Por tudo isso, salientou, “o PSD-Madeira, os seus militantes e os seus simpatizantes, continuam a ser a melhor solução”.

Medeiros Gaspar

É a vitalidade e capacidade de, perante a adversidade, continuar em frente, contornar os obstáculos e dar a cara à luta que têm merecido a confiança do madeirenses no PSD ao longo dos anos, afirmou Medeiros Gaspar."É assim que os madeirenses nos conhecem e é por isso que nos reconhecem como os melhore capazes para governar a Madeira.

União e Mais Autonomia, salientou, é o que vai levar o PSD à vitória nos três próximos eleitorais, afirmou Medeiros Gaspar, salientando que sempre incomodou à oposição a forma empenhada como o PSD tem conduzido os destinos da Região e sublinhando que “nós não somos donos da Autonomia, mas essa é uma luta que nós interpretamos da melhor forma”. E, garante, essa característica de não baixar os braços e de procurar sempre as melhores soluções é o que torna o PSD diferente.

Questionou ainda o que defendem os socialistas para a Madeira, sublinhando que nem eles sabem, têm de vir os ministros de Lisboa para lhes dizer.

Francisco Santos

Francisco Santos alertou para o risco de, "sem a vitória do PSD", nos três atos eleitorais deste ano, a Autonomia poder "não sobreviver se for entregue àqueles que aqui são altifalantes de Lisboa”. Disse ainda nunca ter visto, nos 42 anos que vive na Madeira, um momento ataque tão feroz aos direitos dos madeirenses" como o que está a ser feito agora pelo Governo Central, dando o exemplo da ministra do Mar que promete o que promete sobre o ferry mais instala em Portugal um registo de navios que vai fazer concorrência ao da Madeira.

É por isso que considera que "garantir as mudanças do futuro" é preciso mais Autonomia e não menos como pretende a geringonça. "Eu tenho a certeza que vamos continuar a ser nós a por a Madeira em marcha". Para isso,"se acreditamos na Autonomia, se acreditamos no futuro da Madeira, se acreditamos que podemos dar um futuro melhor ao nosso filhos e aos nosso netos", todos temos de trabalhar nesse sentido.

Savino Correia

Savino Correia reforçou a necessidade de ouvir as pessoas porque todos são importantes para construir o futuro da Madeira, assim como dar a conhecer o trabalho que tem sido feito pelo Governo Regional. E esse trabalho, vincou, tem de ser contínuo e não apenas perto de eleições.

O antigo autarca lembrou também algumas das política implementadas pelo Governo Regional e alguns dos desafios que estão pela frente. 

Carlos Teles

O presidente da Câmara Municipal da Calheta lembrou que se a união consegue-se dentro de portas é na rua que se ganha eleições, lamentando que quando se vislumbra tempestade "há sempre umas ratazanas que estão prontas a abandonar o navio". "Aqueles que cospem no prato que comem não fazem falta nenhuma, deixem-nos de uma vez, deixem-nos trabalhar".

Do lado do PS afirma só vêm "ódio" o objetivo de "deitar o PSD abaixo". "Afinal, esses senhores querem servir a Madeira ou querem se vingar e deitar abaixo o PSD?"

Nós respondemos com proximidade e trabalho, acrescentou.

Alexandre Silva

Alexandre Silva realçou os resultados do Governo social-democrata, destacando o crescimento económico, enquanto António Costa "tem demonstrado que manipula os portugueses com um regime de aparência e de propaganda", dando exemplos da má política conduzida pela geringonça. "Isto a continuar é caso para dizer IV República já", disse.

Clara Tiago

A deputada na Assembleia Legislativa da Madeira sublinhou que "não podemos ignorar que assistimos na nossa Região a um contexto político atípico, nunca antes visto, no qual os afetos e sorrisos tentam se sobrepor à competência e valores morais num claro propósito de a todo o custo chegar ao poder com a ajuda de um governo da República que trata o povo da Madeira como cidadãos de segunda". Perante este quadro, disse ser necessário "que estejamos unidos no combate político que se adivinha". É necessário que nos levantemos e caíamos como um só, como a única força política capaz de responder aos desafios futuros da nossa Região", disse, acrescentando que "essa é a verdadeira genialidade do PPD/PSD-M: a sua capacidade de luta e de trabalho, preservando-se".

Joaquim Marujo

Joaquim Marujo começou por lembrar as medidas realizadas nos últimos quatro anos em prol da economia e das famílias. "Sr. Presidente, gosto da forma como governa a Madeira, acho que fez a mudança essencial e acho que fará a mudança necessária nos próximos anos".

Sobre Santa Cruz, de onde é natural, afirmou que todas as comissões políticas estão preparadas para trabalhar.

Bernardo Caldeira

Bernardo Caldeira não deixou de trazer ao Congresso a Ilha do Porto Santo, tendo, entre outras coisas, contestado a forma como são feitas as transferências de Estado para as autarquias. “Os critérios utilizados atualmente são injustos e desadequados. É incompreensível que o Município do Porto Santo receba apenas mais 48.000 euros que o município do Corvo, no Arquipélago dos Açores. A Ilha do Corvo tem cerca de 400 habitantes, a Ilha do Porto Santo tem cerca de 5500. Na Ilha do Corvo, cada habitante vale para o Estado Central, 4.100€. Para o mesmo Estado, cada habitante no Porto Santo vale 307€.”

Ao nível regional, continuou, é também possível fazer a comparação com o Concelho do Porto Moniz. “Este Concelho recebe de transferência de Estado 4 Milhões de Euros. Para ser preciso, o Porto Moniz, com menos 2.500 habitantes, recebe mais 2,3 Milhões que o Município do Porto Santo.”

Gilberto Pita

Falando pelos TSD, Gilberto Pita afrmou que os Trabalhadores Social-Democratas estão prontos para "servir o partido" e para não deixar "que os vampiros da Autonomia exterminem o povo livre e autónomo da Madeira".

Francisco Nunes

O deputado na Assembleia Legislativa da Madeira afirmou que tanto ele como os seus companheiros do Porto Moniz são o testemunho do desastre que pode "ser o Partido Sociaista unido", que neos anos em que está no poder nada tem feito por aquele concelho. "São festas e patuscas diárias", disse, acrescentando que nada mais têm feito do que "apenas empobrecer" a população e ao fim de seis anos "estamos mais pobres, com menos postos de trabalho e cada vez mais dependentes do assistencialismo social".

Além disso, denunciou a "perseguição" diária àqueles que são militantes do PSD e funcionários camarários.

Idalina Silva

A presidente da Junta de Freguesia do Monte afirmou que "temos de estar sempre de alerta". "Apesar das adversidades, das mentias, das calúnias, dos lapsos de memória, da arrogância, cá estamos e continuaremos a cá estar firmes e continuaremos a mostrar a nossa garra, a nossa fibra, a nossa alma porque a população continua a acreditar em nós, porque a população continua a precisar de nós e porque somos capazes e temos a certeza do que queremos porque temos a certeza por onde queremos ir", disse, deixando a apelo para que se baixe os braços.

 

 Assista às intervenções a partir da gravação em direto:

Grupo 1 - Apresentação de Moções e 1ª parte do debate geral

Grupo 2 - 2ª parte do debate geral

Sessão de Encerramento