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Notícias
  Sexta, 14 Dezembro 2018

“Mais do que um Partido, uma Família”, foi o slogan do jantar de Natal do PSD/Madeira que decorreu esta noite, no Madeira Tecnopolo e juntou mais de 2.000 militantes e simpatizantes. Na sua intervenção Miguel Albuquerque falou em esperança, renovação e união, convicto na vitória dos sociais-democratas nas três eleições de 2019: as europeias em maio, as regionais em setembro, e as legislativas em outubro.

“O nosso Partido vai continuar a ser líder na Região e para que isso aconteça temos de continuar a trabalhar em unidade e em solidariedade entre todos”, referiu o presidente do PSD/M, sublinhando que este não é apenas um partido político. “Esta é uma família de homens e de mulheres preparados para o futuro”.

Por isso, Albuquerque garantiu que só com o PSD no Governo da Madeira, o povo madeirense continuará a ter liberdade, crescimento económico, desenvolvimento, justiça e coesão social.

O líder dos sociais-democratas aproveitou para anunciar que o concurso para o novo Hospital da Madeira será lançado na próxima semana, afiançando que a obra orçada em 340 milhões de euros, vai mesmo avançar.

“Ao contrário do que [António] Costa e o Governo Central pensavam, na próxima semana o concurso do novo hospital da Madeira vai ser aberto e [o novo hospital] vai ser construído, quer queiram, quer não”, afirmou Miguel Albuquerque.

Referindo que todos os compromissos assumidos no início do mandato serão integralmente cumpridos e mostrando-se convicto na vitória das eleições do próximo ano, Albuquerque referiu que 2019 será um ano “importante” em termos de combate político, tendo em conta a bipolarização existente na Região.

“De um lado estamos nós, autonomistas sociais-democratas, aqueles que construíram a Madeira desenvolvida e próspera, aqueles que desenvolveram um projeto de liberdade e de Autonomia, aqueles que contra tudo e contra Lisboa construíram a Madeira.”

Do outro lado está a esquerda. A esquerda local composta pelo Bloco de Esquerda, pelos socialistas e pelos comunistas, “agentes do centralismo jacobino”, e que entendem que os madeirenses e os porto-santenses “devem continuar a ser mandados por um governo central”, continuando a serem “vassalos de Lisboa”

Por isso, frisou Miguel Albuquerque, o PSD/M que “só tem uma cara perante a população”, tem a obrigação, em nome de todos aqueles que lutaram pela Autonomia e em nome de todos os madeirenses, de lutar para continuar a liderar a Madeira.

O presidente dos sociais-democratas madeirenses lembrou que em política não há lugares eternos e cada um, no seu tempo, tem uma missão a cumprir. Albuquerque aproveitou, assim, para agradecer a todos os militantes que serviram o Partido neste último mandato, em especial ao Secretariado e ao Secretário-Geral do PSD/M, Rui Abreu, pelo “trabalho difícil que desenvolveu.”