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Notícias
  Segunda, 3 Dezembro 2018

O novo Estatuto do Bombeiro aprovado pelo Governo de Miguel Albuquerque, bem como o investimento na formação destes profissionais, na logística e na capacidade operacional do socorro civil, só foi possível graças à Autonomia política da Madeira.

“Se nós estivéssemos à espera de Lisboa, de um secretário de Estado ou de um tipo qualquer, que fica em Lisboa à espera de decidir sobre o futuro civil da Região, sobre a carreira dos Bombeiros, sobre os materiais que necessitamos, sobre tudo aquilo que são os recursos que nós necessitamos para a proteção das nossas populações estávamos bem arranjados”, notou ontem (domingo), o presidente do Governo Regional durante a cerimónia de promoção de bombeiros de terceira classe a segunda classe dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos.

Por isso, reiterou que nunca é demais lembrar que a RAM não pode ficar refém de Lisboa e que, quer no presente quer no futuro, a Região tem de manter a Autonomia e a capacidade política de decisão.

“Hoje, a Madeira, através dos seus representantes eleitos, tem a capacidade de decidir quais as políticas de proteção civil que vai seguir. E tem de continuar a decidir aquilo que são as políticas públicas. Se não for assim, nós vamos regredir, vamos ficar dependentes de terceiros. Estaremos a andar para trás e não para a frente”, alertou o governante.

Miguel Albuquerque reiterou que todos os compromissos assumidos pelo Governo Regional para com os Bombeiros já estão a ser integralmente cumpridos. “Nós já aprovámos o estatuto do Bombeiro [garantindo a mobilidade, incentivos e dignidade profissional] e vamos reforçar os apoios às corporações dos bombeiros”, sublinhou, aproveitando a ocasião para enaltecer o esforço, a dedicação, a determinação e coragens destes profissionais.

Por isso, garante, vai continuar a investir nas corporações e na formação dos bombeiros, através do Serviço Regional da Proteção Civil. “Tem sido um esforço muito importante [da Proteção Civil], no sentido de garantir uma formação exímia, exemplar e moderna, e de garantir os melhores índices de operacionalidade.”