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  Sexta, 30 Novembro 2018

Com o Orçamento do Estado aprovado, Miguel Albuquerque afirma que "é fácil de fazer um juízo de valor relativamente àqueles que estão na verdade a favor da Madeira e dos madeirenses e aqueles que estão contra".

Isto tendo em conta as várias propostas apresentadas e que poderiam resolver de uma vez por todas as questões da Madeira, como o novo hospital, o ferry todo ano, o subsídio de mobilidade, as taxas de juros, entre outras, mas que foram rejeitadas pelo PS, pelo PCP e pelo BE.

Sobre o financimento do Estado ao novo hospital, Miguel Albuquerque afirma que já não acredita "em nada do que este governo [da República] diz" em relação a esta matéria. "Eu confiava inicialmente naquilo que foi dito pelo Sr. Primeiro-ministro na Madeira, que não corresponde àquilo que foi aprovado em Conselho de Ministros e, por conseguinte, não sei aquilo que afinal o Estado vai fazer", disse, lembrando que o compromisso assumido pelo Primeiro-ministro foi o financiamento de 50% da construção e equipamentos.

Tendo em conta os últimos acontecimentos, que não vão encontro do que foi prometido, o PSD apresentou uma proposta, em sede da discussão do Orçamento do Estado, para clarificar esta questão. "Essa proposta foi chumbada pelo BE, pelo PS e pelo PCP, portanto, neste momento, podem dizer que vão construir o céu na terra que eu não acredito".

Quanto à obra, Miguel Albuquerque garante que é mesmo "para avançar". "Nós não podemos estar à espera destas aldrabices nem destas jogadas ao nível partidário", sublinhou, assegurando que a Região vai abrir o concurso e vai arranjar os recursos para financiar o novo hospital.

"É bom que os madeirenses percebam quem é que está a favor da Madeira e quem é que está contra a Madeira", salientou, reforçando que "uma coisa é o que o PS, o BE e o PCP dizem na Assembleia Regional, outra coisa é a prática lá".

"Nós estamos a ser vigarizados politicamente e constantemente pelo partidos da esquerda", disse.

Miguel Albuquerque aproveitou também para deixar um aviso ao Secretário de Estado do Planeamento e Infraestruturas: "Nós não aceitamos, de forma nenhuma, a regionalização da mobilidade". 

O Presidente do Governo e do PSD/Madeira salienta que "a mobilidade é uma responsabilidade do Estado e o Estado tem que garantir aquilo que é o mínimo em termos de mobilidade dentro do território nacional. A mobilidade dos madeirenses e dos porto-santenses e das famílias não tem preço".

"Se houve alguém que falhou foi o Governo do Partido Socialista, o Governo da 'geringonça' que, desde a aprovação da lei devia ter feito a revisão desse subsídio de mobilidade ao fim de seis meses e nunca o fez", reforçou.