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Notícias
  Quinta, 15 Novembro 2018

A Revista Sábado, na sua versão digital, publicou hoje um artigo com o título “A amnésia geral do autarca Paulo Cafôfo”, texto focado no interrogatório feito ao autarca no Departamento de Investigação Criminal do Funchal sobre a queda da árvore que vitimou 13 pessoas em Agosto de 2017.

Esta notícia merece a seguinte reação da Concelhia do PSD/Funchal:

1. É lamentável que o principal responsável político da Câmara Municipal do Funchal passe um interrogatório inteiro sobre uma tragédia que ceifou a vida de 13 pessoas, e repetimos: de 13 pessoas, escudado atrás do “não sei”, do “desconheço” ou do “não tenho presente”.

2. É inaceitável que o responsável máximo pela cidade do Funchal confesse, perante as autoridades judiciais, que a Divisão de Remoção de Resíduos é “chefiada por indivíduo que não tem presente”, que a Divisão de Limpeza Urbana é “chefiada por pessoa que não sabe precisar” e a Divisão de Conservação da Natureza e Recursos Naturais é “chefiada por pessoa cuja identidade não é capaz de recordar”.

3. Confrontado pelo Ministério Público com factos concretos sobre a gestão da Cidade, o autarca repetiu por 43 vezes as expressões que não sabe ou desconhece e repetiu outras tantas vezes que não se recorda, não tem presente, ou que isso é com os serviços.

3. Mas valha-nos a clarificação que esta atitude trouxe ao cenário político: Cafôfo não tem condições e não tem carácter para exercer cargos de responsabilidade política. Pior, esta fuga às responsabilidades do Presidente da Câmara confirma o que os funchalenses há muito suspeitavam: o Funchal é hoje uma cidade sem rumo porque tem um presidente ausente e que assume desconhecer as suas próprias competências, incluindo a de que é o responsável máximo pela Proteção Civil Municipal.

4. As vítimas e os familiares das vítimas da tragédia do Monte mereciam outro comportamento vindo daquele que lhes garantiu ir fazer tudo o que estivesse ao seu alcance pela verdade e pela justiça.

5. E o Funchal e os funchalenses dispensavam bem este espectáculo sinistro dado pelo actual presidente da Câmara, feito de subterfúgios indecorosos para fugir em frente e às responsabilidades.