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Notícias
  Quinta, 25 Outubro 2018

O PSD é favorável à devolução do IRS às famílias e ao apoio dos comerciantes. No entanto entende que a Câmara Municipal do Funchal (CMF) poderia ter ido mais longe, se aumentasse a devolução do IRS de 1,5% para 4%, e se extinguisse o imposto da derrama que recai sobre os comerciantes.

“A Câmara poderia ter ido mais longe”, tendo em conta “o equilíbrio financeiro” desta Autarquia, que retém nos seus cofres valores que poderiam ser devolvidos às famílias, defendeu Rubina Leal, após a reunião de câmara.

“A nossa proposta era de devolver à população 4% dos impostos. Aquilo que acontece é que este município só devolve 1,5%. Logo é uma opção política reter os impostos”, sublinhou a vereadora social-democrata, justificando assim o voto dos sociais-democratas contra a proposta do executivo da Coligação.

“Não podemos aprovar medidas que não vão ao encontro dos interesses da nossa população, em que a Câmara poderia devolver mais IRS às famílias e não devolve, disse Rubina Leal, acusando a Autarquia de não ser amiga das pessoas, das famílias nem dos comerciantes.

No que respeita à derrama que recai sobre os comerciantes e as empresas, era intensão da CMF triplicar este imposto, mas acabou por ser mantido no mesmo valor que era aplicado, por pressão dos sociais-democratas.

“O PSD defende a extinção da derrama”, afirmou, lembrando que este foi um imposto implementado pelo executivo de Paulo Cafôfo desde 2013, que em nada beneficia a economia. “Consideramos que neste momento de equilíbrio financeiro da Autarquia não havia necessidade nem deveria estar a cobrar aos nossos comerciantes impostos sobre imposto. A derrama pode prejudicar os negócios e em nada facilita a criação de emprego e o investimento que é aquilo que importa para a nossa Cidade”, rematou.