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Notícias
  Segunda, 27 Agosto 2018

Os vereadores do PSD na Câmara Municipal do Funchal querem saber o que falta fazer para que se avance com a prometida obra de reabilitação da antiga Confeitaria Felisberta, na Rua das Pretas, uma vez que a expropriação foi aprovada em janeiro de 2017 e autarquia alega ter já o projeto para esta empreitada.

O vereador Elias Homem de Gouveia lembra que esta foi a primeira medida a ser anunciada no âmbito do protocolo assinado com o Turismo de Portugal, há dois anos, e que concedeu à autarquia uma verba de três milhões de euros, até 2018, para a recuperação de infraestruturas e património de interesse turístico afetados pelos incêndios de agosto de 2016.

“Trata-se de uma obra que foi anunciada com pompa e circunstância, que já mereceu várias notícias e que vem sendo usada como bandeira da reabilitação urbana promovida pela Câmara Municipal do Funchal, mas a verdade é que estamos a caminhar para o final de 2018 e tudo ainda não passou de anúncio e de uma grande lona colocada na fachada do edifício”, disse.

O vereador sublinha que se tem existido reabilitação urbana no Funchal ela tem sido fruto do investimento dos particulares e do Governo regional. “Da parte da Câmara, aquilo a que se assiste resume-se ao marketing político e de promoção da figura de Paulo Cafôfo, tendo em vista a conquista de uma ambição pessoal que está a interferir com a gestão da cidade e com os interesses dos Funchalenses”, adiantou.

Elias Homem de Gouveia questiona, por isso, o executivo sobre o que falta fazer para que esta obra seja uma realidade, concretamente em que fase se encontra o processo de expropriação, e ainda sobre o destino dos três milhões de euros concedidos à Câmara do Funchal pelo Turismo de Portugal.

Uma vez mais, referiu, aquilo que se constata é que o investimento prometido pelo executivo camarário tarda em sair do papel, quando já decorre o segundo mandato da tão propagada ‘Mudança”.