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Notícias
  Quinta, 19 Julho 2018

A ampliação do Cais da Pontinha em mais de 400 metros, num investimento de quase 100 milhões de Euros, destina-se a proteger a Cidade e garantir uma melhor operacionalidade do Porto do Funchal para os navios de cruzeiro.

Uma obra que está em fase de estudo e que deverá avançar já no próximo mandato do Governo Regional, adiantou ontem Miguel Albuquerque, durante a cerimónia do Dia do Porto do Funchal, na Gare da Pontinha.

Mas isto só depois do lançamento do concurso internacional para o Novo Hospital da Madeira, sublinhou o presidente do Governo Regional. “Uma vez aberto o concurso para o Hospital, começamos a trabalhar intensamente no sentido de garantir a ampliação da Pontinha”, disse o governante, frisando que esta obra “será importantíssima para o futuro da Cidade.”

Para Albuquerque a “proteção [da Cidade] é essencial”, uma vez que a zona da Praça do Povo, Cais Norte e Marina, estando sujeitos a ventos de sudoeste fortes, podem sofrer graves danos. No entanto, salvaguarda o governante, estas situações não sendo frequentes, podem acontecer.

“Neste momento temos de tomar todas as precauções”, frisou o chefe do executivo madeirense, continuando. “Acho que é uma obra importante porque nós ficaríamos com uma maior capacidade de operacionalização do Porto sob todos os pontos de vista. A cidade ficaria protegida e teríamos a possibilidade de reformular e ampliar a Marina do Funchal, que também é uma necessidade.”

Questionado pelos jornalistas sobre o Novo Hospital, Miguel Albuquerque, foi contundente. “A minha parte está garantida, estou à espera que o Governo da República cumpra a sua parte.”

Ironizando que “não é preciso uma pessoa ser um génio para perceber que o novo Hospital é de utilidade pública”, o Governo Central “lá está entretido” a discutir “numa Comissão não sei das quantos” a utilidade pública desta obra essencial para a Saúde na Região.