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Notícias
  Sexta, 18 Setembro 2015

O presidente do PSD Madeira lembrou esta tarde quem foram os verdadeiros responsáveis pela falência do país em 2011, salientando que “foi o desastroso governo do Partido socialista que levou o país à bancarrota, que levou o país a disfuncionalidades insustentáveis que fizeram com que o Estado estivesse na eminência de não ter dinheiro para pagar salários, nem pagar aos pensionistas, nem fornecedores, nem sequer assumir os seus compromissos com os credores”. Foi, por isso, “o Partido Socialista quem determinou a entrada da ‘troika’ em Portugal”.

Na tomada de posse de posse de três novas secções laborais dos TSD – Trabalhadores Social Democratas, na sede do partido, Miguel Albuquerque afirmou que é preciso “avaliar e julgar o passado”. “Nestas eleições, ao contrário do que alguns comentadores dizem, o passado está em avaliação, aquilo que foi feito está em avaliação”, disse, acrescentando que “é preciso olhar para as propostas, mas também ter “juízo de valor” em relação “ àquilo que foi o passado recente do país”.


O líder do PSD Madeira salientou que foi necessário fazer “sacrifícios”, mas “Portugal está finalmente a recuperar”, referindo que os números de desemprego são menores, há crescimento económico, e há também, neste momento, uma diminuição substancial do défice público.
Quanto à Madeira, Miguel Albuquerque salientou que o PSD-M está “empenhadíssimo nestas eleições”. “Queremos um governo credível a nível nacional, um governo com quem o nosso Governo Regional possa estabelecer pontes de diálogo e acordos que possam trazer benefícios para a nossa Região Autónoma da Madeira”, afirmou.
É, por isso, que, segundo o líder social-democrata, “temos hoje um desafio essencial, esse desafio nas próximas semanas é dizer que estamos empenhados nestas eleições nacionais e que queremos aqui na Madeira vencer de uma forma contundente”.
“Não alinhamos em demagogias, não queremos mais disfuncionalidades, não queremos mais promessas falsas, queremos um governo que governe, mas que governe com sentido de responsabilidade e que saiba o que está a fazer”, adiantou.
Também Brazão de Castro e Pedro Roquete, responsáveis ao nível regional e nacional dos TSD lembraram os perigos de um regresso do PS ao Governo, tendo sido referido o facto de que as três vezes que Portugal teve de pedir ajuda financeira externa deveram-se a governações socialistas.
As três novas secções laborais dos TSD na Madeira dizem respeito à ‘Autoridade Tributária e Aduaneira’, ‘Professores’, e ‘Banca e Seguros’.
A secção da ‘Autoridade Tributária e Aduaneira’ tem por presidente Manuel Deus Fortuna, vice-presidente Paulo Sá Rodrigues e vogais Inês Abreu, Jorge Batista e Nuno Dias. A secção dos ‘Professores’ é presidida por José Maria Dias, com Gilberto Pita como vice-presidente e Lucy Reis, Gracelina Abreu Silva, Sérgio Miguel Aguiar e Alexandrina Alves como vogais. Já a secção da ‘Banca e Seguros’ tem por presidente Guilherme Sousa, vice-presidente António Paixão Correia e vogais António Sousa Ramos, Eleutério Fernandes e Jorge Miguel Gonçalves.