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  Segunda, 2 Abril 2018

Miguel Albuquerque afirmou que a Madeira não vai aceitar, "em nenhuma circunstância", limitações ao princípio de continuidade territorial,  lembrando que a responsbailidade de assegurar a continuidade territorial é do Governo da República.

“Nós entendemos e sabemos que é um direito dos madeirenses e portosantenses circularem em território nacional, não é um luxo, é uma necessidade e só podem fazê-lo a preços acessíveis, e não aceitamos qualquer limitação a esse direito, nem de limitações de viagens, nem de horários nem de plafond financeiro. Não vale a pena sacudir a água do capote. O Governo Regional vai manter esta posição firme e cada força política poderá decidir o que fazer”.

Albuquerque recordou que a Região está há 760 dias à espera de uma revisão do modelo. Uma das propostas defendidas é acabar com o adiantamento do dinheiro pelos madeirenses.

“O Estado português já meteu nos bancos, para ajudá-los, 17 mil milhões de euros, ou seja, 12% do PIB, e agora prepara-se para meter mais umas centenas de milhões de euros num banco que apresentou prejuízo outra vez”. Considera, por isso, que não será o subsídio de mobilidade que irá afetar as finanças do Estado.

Miguel Albuquerque afirmou ainda que, qualquer que seja a proposta,“esta será sempre submetida à Assembleia Regional, no sentido de saber se as forças de esquerda que apoiam a Madeira estão interessadas em manter, ou não, este apoio aos madeirenses nas suas deslocações”.