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Notícias
  Domingo, 18 Fevereiro 2018

“A Madeira é, e vai continuar a ser um bastião social-democrata” em 2019, disse ontem o presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, na sua intervenção no 37º Congresso Nacional do Partido, que hoje termina em Lisboa.

Lembrando que neste momento a Madeira é a única Região do País a ser governada pelo PSD, Miguel Albuquerque denunciou o ataque “sem escrúpulos” a que a Região Autónoma está a ser sujeita por parte do Primeiro-ministro, que não hesita em se socorrer dos poderes do Estado para atingir objetivos partidários.

“Se o senhor Primeiro-ministro pensa que através das manobras de diversão, que através da chantagem política vai conquistar o poder político na Madeira está muito enganado, porque o nosso partido vai ganhar as eleições já em 2019.”

Dirigindo-se ao presidente do Partido, Rui Rio, Miguel Albuquerque falou no apoio dos militantes madeirenses, “rumo à vitória” do PSD, e no combate a “uma esquerda de vazio, de propaganda e de espalhafato”, que está a “estrangular Portugal.”

Miguel Albuquerque exemplificou com os dados do INE que revelaram que em 2016 e 2017 a poupança das famílias nunca esteve tão baixa, dizendo que os rendimentos que alguns cidadãos obtiveram fruto das atualizações foram absorvidos pelos impostos indiretos.

Acusando o Governo Central de vender histórias de ficção aos portugueses, Albuquerque disse que o País está pior e questionou o Primeiro-ministro sobre os serviços mínimos do Estado.

“Que esquerda é esta que pôs o Serviço Regional de Saúde à mingua, que não investe na Educação, que não investe nos transportes públicos, que não investe na habitação, que não investe na segurança, que não investe na proteção civil?”

Miguel Albuquerque falou também de união dentro do Partido congratulando-se pelo importante sinal que o Rui Rio deu a Santana Lopes, no sentido de garantir a caminho da próxima vitória nas eleições de 2019.

“É importante que o Partido deixe de discutir o ego do ‘a’, do ‘b’ ou do ‘c’, porque este é um partido de base popular, um partido interclassista, foi assim que Sá Carneiro construiu este Partido”, vincou, dizendo que o PSD é um Partido de unidade, que tem que apresentar um projeto aos portugueses, caminhando com determinação e com a cabeça levantada, rumo à vitória.