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Notícias
  Sexta, 22 Setembro 2017

Para percorrer cerca de duzentos metros, entre a sede de candidatura na Rua 31 de Janeiro e a Rua Fernão Ornelas, a comitiva de Rubina Leal demorou duas horas. A candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal falou com a população, ouviu as problemáticas dos comerciantes, recebeu palavras de incentivo.

Logo na Rua 31 de Janeiro, à porta de uma sapataria, uma senhora dizia que Rubina tem que ganhar para que haja uma mudança na Cidade. Logo depois foi a vez de um grupo de idosos que, com palavras de encorajamento, falaram com a candidata social-democrata.

Ouvindo os taxistas e as suas problemáticas na Rua do Carmo, Rubina Leal apresentou soluções.

 O encontro com os comerciantes e com a população tornou-se mais lento ao entrar na Rua Fernão Ornelas. Por cada metro que avançava eram muitos os cumprimentos, os abraços, as demonstrações de carinho: “Boa sorte”; “Vai ganhar” diziam as pessoas. Entretanto a equipa ‘Leal ao Funchal’ parava em todas as esplanadas, entrava em todos os estabelecimentos.

Depois de entrar na Casa Campião e de registar uma aposta no Euromilhões, Rubina Leal aproveitou para falar sobre a dívida da Autarquia do Funchal, devolvendo com a [falta] transparência da atual Autarquia.

“Fala-se na dívida e eu gostaria que se pensasse muito bem no que aconteceu ao nível a transparência do nosso município, que desceu 125 lugares no ranking. Mais de 80% dos concursos não foram apresentados.”

Sobre a Frente Mar a candidata falou do buraco nas contas desta empresa municipal que ninguém consegue explicar. “Não é por acaso que o administrador disse que não iria continuar.”

Rubina Leal falou também sobre a investigação do Ministério Público que envolve o atual presidente e candidato pela Coligação. “Também há uma investigação em curso pelo ministério público ao senhor presidente da Câmara.”

A falta de investimento foi outra das temáticas abordadas, com a candidata a sublinhar que não se tenha investido quando “tantos impostos foram cobrados”.

“Aquilo que um bom gestor, um bom executivo, tem de fazer é procurar o equilíbrio financeiro e, sobretudo, apostar e investir naquilo que é importante para a cidade. O que vemos, ao longo destes quatro anos, é que não foi investido naquilo que é básico na cidade”, notou, exemplificando com a rede de água potável, saneamento básico e limpeza urbana.