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Notícias
  Segunda, 28 Agosto 2017

A candidata do PSD-Madeira à Câmara Municipal do Funchal, Rubina Leal, acusou hoje o atual executivo camarário de “falta de transparência” e de esconder os “pagamentos que devem ser completamente ilegais” feitos nos últimos quatro anos. Algo que considera ser muito grave.

 “Basta consultar a plataforma informática dos contratos públicos e verificamos que 80% dos contratos não foram publicitados nos últimos 4 anos, como é obrigatório por lei”, apontou a candidata social-democrata, durante a abertura oficial da sede de candidatura ‘Leal ao Funchal’, dizendo que além de não promover a transparência, a Câmara ainda faz pagamentos ilegais.

Hoje, continuou, os funchalenses têm uma Câmara que “navega sem rumo”. Que foge às responsabilidades para tentar camuflar os “resultados desastrosos” desta gestão.

“Basta vermos a empresa Municipal ‘Frente Mar’, que além de esconder os seus resultados, apresenta prejuízos no valor de 312 mil euros”, exemplificou, observando que nos últimos quatro anos “nada foi transparente” no Funchal. “A gestão dos dinheiros públicos tem de ser transparente e do conhecimento de todos nós. Isto é muito grave.”

Por isso, e porque a vitória do Funchal “só depende” da população, Rubina Leal quer inverter o rumo de uma Cidade que tem estado “doente” e “inoperante”.

“É imperioso romper o ciclo de estagnação e da propaganda que vivemos nos últimos quatro anos, durante os quais tudo foi anunciado e muito pouco foi realizado”, vincou.

“Há que recuperá-la, fazê-la reviver, renascer, trazer de volta o Funchal dinâmico, atento às necessidades das famílias, dos mais velhos, dos jovens, e das crianças, mas também de quem nos visita ou de quem nos procura para investir”, defendeu, destacando a equipa “competente, honesta e trabalhadora” que a acompanha neste desafio.

“O nosso projeto e a nossa equipa vão restituir a verdade e a responsabilidade à Câmara do Funchal”, garantiu, depois de convidar todos os funchalenses à sede de campanha, situada na Rua 31 de Janeiro, número 38.

É um espaço “dinâmico”, de “diálogo” e de “debate de ideias”, que terá um programa próprio de iniciativas para pensar a Cidade. É também um espaço de responsabilidade. “Nasci e cresci nesta cidade do Funchal. E é nesta cidade que trabalho e construí a minha vida e família. É para ela que ambiciono o melhor”, disse Rubina Leal, sublinhando que a candidatura que lidera tem uma motivação clara e inequívoca: servir os funchalenses e a cidade do Funchal.

“Temos um propósito bem definido: construir o Funchal do Futuro. O Funchal empreendedor, o Funchal atrativo, o Funchal onde se cria riqueza e gera emprego, o Funchal onde as famílias tenham prazer de viver, o Funchal onde os jovens querem ficar, o Funchal de todos e para todos, coeso, solidário e inclusivo”, explicou, alertando para a necessidade de “romper o ciclo de estagnação e da propaganda” que a capital madeirense tem vivido nos últimos quatro anos.

 “Conhecemos as preocupações, as necessidades e anseios dos funchalenses, porque ouvimos cuidadosamente as nossas gentes”, sublinhou enumerado o rigor e a transferência como instrumento para devolver a “confiança” e a “credibilidade” da Câmara junto dos cidadãos, comerciantes e empresários.