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Notícias
  Quarta, 19 Julho 2017

Rubina Leal afirmou hoje que o candidato da coligação "não é um candidato do Funchal, é um candidato mandado por Lisboa", que "não está com os dois pés na cidade" e que precisa de "um trampolim para outros voos".

A candidata do PSD sublinhou que aquilo que temos visto nestes últimos anos "é de facto uma série de anúncios, de campanha, de propaganda", mas "não vemos obra feitra", nem investimento, nem tão pouco uma cidade de referência, que ganhava prémios internacionais e que estava bem cotada no ranking de transparência.

No encontro com militantes em São Martinho, Rubina Leal lamentou que a autarquia não tenha apostado numa área fundamental como a rede de águas e de saneamento básico, referindo o facto de hoje mesmo se ter perdido mais uma bandeira azul, a do Lido. "Isto é inconcebível e uma falta de aposta naquilo que é essencial", disse.

Salientou ainda que dos 70 prédios anunciados ao nível da reabilitação urbana nenhum avançou. Aliás, complementou o presidente do partido, a única coisa que existe de reabilitação urbana é uma grande lona a tapar a antiga Confeitaria Felizberta. "Nós temos de denunciar a incapacidade do nosso adversário que esteve a desgovernar a Câmara durante quatro anos, afirmou Miguel Albuquerque, sublinhando que o que determina umas eleições autárquicas é o "contacto com as pessoas, trabalho, esforço" e, sobretudo "sermos muito mais determinados do que o nosso adversário".

O presidente do PSD-M adiantou que "as pessoas só acreditam em candidatos que têm a certeza da vitória" e do projeto que têm para a cidade do Funchal. "E a Rubina tem essa capacidade e essas características, afirmou.

Por seu lado, o candidato do PSD por São Martinho, Jaime Freitas, sublinhou que é preciso levar à freguesia esperança e ambição para trazê-la para o centro das atenções da cidade do Funchal. "Vamos lutar para concretizar este objetivo, em primeiro lugar, ouvindo as pessoas", acrescentou.