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O líder do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira  afirmou, hoje, no segundo dia de Jornadas Parlamentares, em Câmara de Lobos, que todo o trabalho de casa que tem de ser feito na Assembleia Legislativa Regional "será feito olhando para as necessidades da população".

"O que o Grupo Parlamentar não consegue fazer é ultrapassar as matérias que são exclusivas do Estado português que hoje, ao contrário do que anuncia, não tem a mesma disponibilidade para ajudar os madeirenses", afirmou Jaime Filipe Ramos, sublinhando que "não podemos ter governantes da República disponíveis a visitarem a Madeira e a serem solidários para a Madeira, mas depois, na hora h, não corresponder as necessidades do povo da Madeira".

Uma situação que os social-democratas pretendem "inverter na próxima sessão legislativa", não estando, segundo o líder parlamentar, disponíveis para serem "cúmplices de tais atitudes". Pelo contrário, irãosempre procurar denunciá-las. 

Exemplos dessas situações são o compromisso assumido para a construção do novo Hospital da Madeira, a concessão do transporte aéreo de carga entre a Madeira e o continente português, a ligação marítima entre a Madeira e o Continente, a revisão do Subsídio de Mobilidade e o reforço das transferências para a Segurança Social. Esta útima questão esteve também em foco neste segundo dia das jornadas, com a Secretária Regional da Inclusão e Assuntos Sociais, Rubina Leal, a denunciar a discrepância nas verbas atribuídas à Madeira (cerca de 33,6 milhões de euros) e aos Açores ( cerca de 97,7 milhões de euros) no último Orçamento de Estado. "Isto de facto há aqui qualquer coisa de preocupante e verificamos que há um tratamento diferente. temos a mesma população, temos os mesmos problemas sociais, temos as mesmas necessidades e temos necessariamente de ter aqui o apoio" afirmou, salientando que se denota alguma "hipocrisia quando ainda recentemente o senhor ministro falava na questão do reforço e na questão do apoio à população e que depois verifica-se que não há este mesmo tratamento".

A governante salientou que têm sido solicitados ao Governo da República alguns reforços nas verbas para esta área, mas não tem existido eco da parte de Lisboa.  Verbas essas que são essenciais ao apoio social, sobretudo ao nível das prestações sociais, da cooperação com as instituições e dos cuidados continuados.