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O Grupo Parlamentar do PSD considera que a Câmara do Porto Santo é uma autarquia que "não funciona e, quando funciona, funcional mal, o que foi, de resto, evidenciado nos contactos estabelecidos com os autarcas social-democratas, no âmbito das Jornadas Locais. 

"Temos os casos recentes do IRS em que a Câmara irá ficar com os 5% da população, sem deliberação de Câmara ou sem qualquer deliberação por parte da Assembleia Municipal", sublinha o deputado Bernardo Caldeira, acrescentado que esta decisão irá trazer "consequências graves para o município", sobretudo para os munícipes que irão ficar sem essa receita.

Hoje e amanhã, os deputados do PSD estão reunidos no Porto Santo para debater diversas temáticas ligadas aos principais setores de atividade, complementando os trabalhos com visitas no terreno. Neste primeiro dia, os temas centraram-se na saúde, agicultura e gestão autárquica.

Relativamente à Saúde, Bernardo Caldeira salientou que as recentes iniciativas propostas e aporvadas pelo PSD na Assembleia Legislativa da Madeira "deram origem a um aumento das especialidades presentes no Porto Santo". Já ao nível da agricultura, destacou a necessidade de uma assistência permanente por parte de um engenheiro agrónomo.

Amanhã terá lugar o último painel, intitulado 'Economia Local e Transportes".